Vitória sobre o Operário resumiu as possibilidades técnicas do atual time do Vasco na Série B

Primeiro gol do Vasco saiu de um cruzamento de Nene para o gol de Quintero (Daniel RAMALHO/CRVG)


Foi meio que do nada. A verdade é que o Vasco jogou mal no primeiro tempo e começou ainda pior no segundo. Tanto que Simão, goleiro do Operário, não fez defesa relevante antes de Thiago Rodrigues. Tampouco antes da bola no travessão do goleiro cruz-maltino. Contudo, mesmo quase que do nada, ninguém vence por 3 a 0 sem consideráveis méritos.

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E os méritos do Vasco estão em ter sofrido pouco - chances realmente claras foram poucas - e em ter repertório ofensivo. É estranho dizer, mas o time agora comandado por Maurício Souza construiu algum repertório no ataque. Nada diferente de como é preciso ser na Série B do Campeonato Brasileiro atual: jogo aéreo e bola parada.

O fato de estar construindo nova sequência relevante sem ser vazado - atualmente, três jogos - intimida cada adversário. Sair atrás virou problema maior do que contra a maioria dos outros adversários. Quando no ataque, ter jogadores que pegam na bola como Nene e Palacios dá ao time a esperança de que, a qualquer momento, será gerado perigo.

-> Confira a tabela da Série B do Campeonato Brasileiro

Em suma, o Vasco aprendeu a jogar a Série B. E agregou algo de coletivo nos méritos individuais de quem ataca. Foi desta forma que a equipe construiu, até aqui, três rodadas de vantagem para o primeiro time fora do G4. E está a um ponto do Cruzeiro, líder da competição.

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