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Doping nas Olimpíadas: relembre 5 casos famosos de atletas suspensos

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O doping é sempre um tema recorrente em Olimpíadas. Além da Rússia, banida há duas edições por um esquema de trapaça financiado pelo próprio governo, ao longo do ano diversos atletas acabaram desmascarados pelo uso de substâncias para melhorar a performance esportiva. Relembre cinco casos mais famosos

Ben Johnson - Olimpíadas de Seul, 1988

Naquela edição, o canadense Ben Johnson quebrou duas vezes o recorde mundial dos 100m rasos, com a medalha de ouro na marca de 9s79. Depois de dois dias, o teste dele deu positivo para estanozolol, um esteroide banido pelo COI.

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Johnson perdeu a medalha e foi suspenso por dois anos, mas voltou para as Olimpíadas de 1992, em Barcelona, onde amargou uma desclassificação nas semifinais. No ano seguinte, caiu no antidoping novamente e foi banido do atletismo para sempre.

Marion Jones - Olimpíadas de Sydney, 2000

A velocista norte-americana Marion Jones foi a sensação, quando foi ouro nos 100m rasos, 200m rasos e revezamento 4x400m, além de bronze no salto a distância e no revezamento 4x100m.

Além de receber o apelido de "mãe mais rápida do mundo", foi considerada uma das maiores atletas do século 21 — até 2007, quando acabou admitindo após uma investigação que competiu sob uso de esteróides. Todas as medalhas foram retiradas e ela se aposentou após o escândalo.

Justin Gatlin

Apesar de nunca ter sido pego durante as Olimpíadas, o velocista Justin Gatlin é uma das figuras mais polêmicas do atletismo. O atleta foi pego com substâncias proibidas em 2001 — onde alegou que tomava a medicação desde criança para tratar transtorno de déficit de atenção — e em 2006.

Na última, cumpriu quatro anos de suspensão e voltou para as Olimpíadas de Londres, onde foi medalha de bronze nos 100m rasos.

Aos 40 anos, ele tentou uma vaga para competir em Tóquio, mas não se classificou no time dos EUA.

Hans-Gunnar Liljenwall - Olimpíadas da Cidade do México, 1968

O sueco Hans-Gunna Liljenwall era um dos grandes favoritos do pentatlo moderno. Nas Olimpíadas da Cidade do México, em 1968, ele faturou a medalha de bronze, mas não durou muito.

O Comitê Olímpico Internacional havia instaurado o antidoping um ano antes e seu teste deu positivo para cerveja! Ele admitiu que realmente tomou uma gelada antes da prova de tiro, para conter o nervosismo.

O atleta devolveu a medalha e até voltou a participar na edição seguinte, em 1972, mas terminou em 25º.

Andreea Raducan - Olimpíadas de Sydney, 2000

A ginasta romena Andreea Raducan foi uma sensação da competição. Aos 16 anos, ela foi ouro na classificação geral, ajudou na conquista do ouro em equipes e foi prata no Salto. Ao fim da edição olímpica, o COI anunciou que ela havia testado positivo no antidoping para pseudoefedrina, proibida até então. O exame ainda acusou uma quantidade alta de nurofen, mas permitida por conta de sua estatura e peso.

Como no dia das competições de Salto e em equipe ela testou negativa, acabou perdendo apenas o ouro na geral.

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