Vasco se desculpa por vídeo polêmico nas redes sociais

  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
Neste artigo:
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
Ação tinha como ator um dos torcedores do Vasco acusado de agredir Pedro Scudi, torcedor do Fluminense.
Ação tinha como ator um dos torcedores do Vasco acusado de agredir Pedro Scudi, torcedor do Fluminense. Foto: (Reprodução/Instagram)

Uma grande polêmica tomou conta de mais uma ação dos departamentos de Marketing e Comunicação do Vasco da Gama para provocar o Flamengo. Alfinetando o rubro-negro por causa da decisão judicial que permitiu que a partida entre o clube da Cruz de Malta e o Sport fosse realizada no Maracanã, o Vasco publicou um vídeo nas redes sociais onde o almirante, mascote do clube, estava em um boteco pedindo uma cerveja, tema motivado pela defesa jurídica do Flamengo que afirmou que a tese do Vasco tinha "lógica de conversa de botequim”.

Acontece, porém, que o garçom do vídeo que serviu a garrafa de cerveja para o Almirante é João Victor Correira Giffoni Hygino, um dos três acusados de espancar o torcedor do Fluminense Pedro Scudi, que ficou hospitalizado por mais de 150 dias. Apesar dos três homens terem sido absolvidos pela Justiça, torcedores do Fluminense e do próprio Vasco da Gama repudiaram a presença dele na peça.

Leia também:

Arrependido de ter colocado o homem no vídeo, o Vasco se manifestou através de nota oficial publicada no perfil oficial da VascoTV no Twitter: "A VascoTV lamenta que em vídeo veiculado ontem tenha sido utilizada, involuntariamente, a imagem de uma pessoa acusada de agressão. Tão logo a questão foi identificada, o vídeo foi retirado do ar. O Vasco da Gama pede desculpas pelo incidente e reafirma seu repúdio a qualquer tipo de violência e seguirá na luta por respeito, igualdade e inclusão".

Em fevereiro 2017, Pedro Scudi foi agredido com barras de ferro e precisou ficar em coma induzido. O jovem possui sequelas graves até hoje e nunca mais pôde viver normalmente.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos