Torcedor japonês viaja 9,5 mil km para final da Copa da Croácia

Torcida do Hajduk Split teve reforço de japonês na decisão da Copa da Croácia. Foto: Milan Sabic/Pixsell/MB Media/Getty Images
Torcida do Hajduk Split teve reforço de japonês na decisão da Copa da Croácia. Foto: Milan Sabic/Pixsell/MB Media/Getty Images

Um dos torcedores mais apaixonados do clube de futebol croata Hajduk Split no mundo, o monge budista japonês Akihisa Wada viajou mais de 9.500 quilômetros para torcer para o time do coração na final da Copa da Croácia.

Com jogadores que já passaram pela seleção croata, como Lovre Kalinic e Marko Livaja, o time do torcedor japonês bateu o Rijeka por 3 a 1 e encerrou um jejum de nove anos chegando a 16 títulos em copas nacionais, sendo nove na Copa da Iugoslávia e sete na Copa da Croácia.

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Aki, que faz aniversário nesta sexta-feira (27), percorreu mais de 9.500 km de sua casa em Yokohama apenas para assistir à partida, e não é a primeira vez que ele faz isso.

No verão de 2017, Aki fez uma viagem de ida e volta de 20.000 quilômetros para assistir ao Hajduk Split jogar contra o Everton no playoff da UEFA Europa League em Split.

“Eu me apaixonei pela Croácia e pelo Hajduk Split em 2006, quando assisti a Croácia jogar contra o Japão na Copa do Mundo. Assisti ao jogo e fiquei maravilhado – tudo começou então”, contou o torcedor.

Depois de aprender mais sobre o futebol croata através da internet, ele descobriu o Hajduk e seus fãs apaixonados e se juntou aos fanáticos de um dos times mais tradicionais do futebol croata.

“Assisti as festas que a torcida fez em Split e fiquei maravilhado. Isso me surpreendeu e então um jogador japonês, Masahiko Inoha, assinou com o Hajduk, então a mídia japonesa começou a escrever mais sobre o clube”, acrescentou.

Aki transformou a admiração em obsessão e começou a aprender a língua croata em uma universidade em Tóquio e ajudando no escritório do Conselho de Turismo Croata na capital japonesa.

A primeira vez que acompanhou ao vivo um jogo do Hajduk Split no Poljud Stadium foi em 2011, quando o Hajduk jogou contra o mesmo Rijeka em uma partida da liga, e disse que ficou completamente viciado.

“Vi que em Split eles eram pessoas muito gentis e nobres. Isso apenas fortaleceu meu amor por Split e Hajduk”, disse ele.

Desde então, ele fez repetidamente a longa jornada até a Croácia para assistir ao jogo do Hajduk, e o ponto máximo dessa relação apaixonada aconteceu em 2015, quando foi convidado pelo clube para a festa do 104º aniversário.

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