Proibição de termos de religiões africanas em camisa do Brasil causa polêmica e fornecedora se explica

CBF está com mais patrocinadores do que teve para a Copa de 2018 (Foto: Reprodução / Twitter da CBF)


A Nike iniciou a comercialização das camisas da Seleção Brasileira que serão usadas pelos jogadores na Copa do Mundo do Qatar no final do ano. Contudo, tem gerado polêmica nas redes sociais a personalização das peças. Termos de religião de matrizes africanas estavam sendo impedidos, enquanto os de outras crenças estavam liberados.

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Nas redes sociais, alguns torcedores atentaram para o fato de que nomes como 'Exu' e 'Ogum' não estavam permitidos para personalização das camisas. No entanto, os termos 'Jesus' e 'Cristo' eram disponíveis. À 'Folha de São Paulo', a Nike afirmou que a liberação dos dois últimos ocorreu por uma 'falha no sistema'.

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A empresa de material esportivo afirmou que não permite "customizações com palavras que possam conter qualquer cunho religioso, político, racista ou mesmo palavrões". A Nike disse que o erro já foi corrigido e as palavras 'Jesus' e 'Cristo' agora não podem mais ser utilizadas nas camisas.

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Nomes de políticos que concorrem à presidência do Brasil no fim do ano, como Bolsonaro, Lula e Ciro também não podem ser customizados nas camisas pelo site. 'Comunista', 'petista', 'tucano', 'mito' e 'bolsomito' são outras palavras proibidas para personalização dos uniformes da Seleção Brasileira.