Presidente do Fluminense volta a defender divisão de receitas mais equilibrada no Brasileirão

Mario Bittencourt é o presidente do Fluminense (Foto: Mailson Santana/Fluminense FC)


A distribuição de receitas segue sendo assunto em alta no futebol brasileiro. Mário Bittencourt, presidente do Fluminense, aproveitou um relatório da Premier League divulgado nesta semana para reforçar, nas redes sociais, sua posição em relação ao tema.

O dirigente tricolor é um dos líderes do grupo Liga Forte Futebol do Brasil (LFF), que negocia com a Libra a criação de uma liga nacional. A divisão das cotas de TV é justamente um dos impasses nesta negociação.

- A Premier League publicou detalhes dos pagamentos de TV aos clubes para a temporada 2021/22. Estes totalizaram £ 2,5 bilhões, variando de £ 153 milhões para campeões Manchester City a £ 101 milhões para o 20º colocado Norwich (a primeira vez que o último clube recebeu mais de £ 100 milhões) - postou Mário no Twitter, antes de completar:

- Isso explica o porquê do Fluminense fazer parte da Liga Forte Futebol e defender ao lado de outros 24 clubes a distribuição mais justa de cotas numa futura Liga Nacional.

O objetivo da LFF é fechar um modelo que não permita que o primeiro da fila receba mais de 3,5 vezes do que arrecadará o último. Para isso, a divisão de receita proposta pela Liga Forte tem 45% divididos de forma igualitária, 30% sobre performance e 25% por apelo comercial.

Além do Fluminense, os membros da LFF são: América-MG, Atlético-MG. Atlético-GO, Athletico, Avaí, Brusque, Ceará, Chapecoense, Coritiba, CRB, Criciúma, CSA, Cuiabá, Fortaleza, Goiás, Internacional, Juventude, Londrina, Náutico, Operário, Sampaio Côrrea, Sport, Tombense e Vila Nova.