Por que o Botafogo de John Textor não tem fornecedora de uniforme?

O Botafogo ainda não tem uma definição sobre qual marca vai assinar as camisas da próxima temporada. A questão envolvendo a fornecedora de uniformes tem sido tratada por John Textor e está nos trâmites finais. O norte-americano possui diferentes ofertas na mesa e coloca prioridades pela escolha.

Como noticiado outrora pelo LANCE!, a Reebok é uma das marcas na corrida - e quem chega forte para brigar pelo posto. Nas últimas semanas, a espanhola Joma, como o portal "Fogo na Rede" publicou, fez uma proposta que agradou Textor e também entrou no circuito.

A questão é a Joma não era uma das duas marcas que estavam originalmente na disputa - Reebok e outra empresa, ainda não revelada. Os espanhóis viram a oportunidade, chegaram depois pela relação que possuem com Textor e ofereceram números parecidos que as duas companhias. Ou seja, agora são três empresas disputando para assinar com o Glorioso.

De qualquer forma, ainda não há uma decisão tomada, mas John Textor promete fazê-lo em breve. Até porque é preciso de tempo hábil para a fabricação das camisas e a intenção do Botafogo é já ter os uniformes prontos na estreia do Carioca de 2023.

Em live realizada ao "Canal do TF" no dia 24 de agosto, Textor havia dito que decidiria a questão das camisas em até duas semanas. O prazo já foi ultrapassado, mas o norte-americano ainda não escolheu porque coloca a questão da distribuição como principal preocupação.

John Textor coloca o desenvolvimento conjunto de produtos (joint promotion deal, em inglês) como exigência, além da já comentada distribuição global. O primeiro item diz respeito, por exemplo, a se juntar com uma empresa de um ramo diferente para oferecer um produto ou serviço diferente.

As três marcas envolvidas agradam Textor em certos sentidos, mas nenhuma 'preenche' 100% dos requisitos - umas agradam mais em alguns sentidos e outras em ademais características. Neste contexto, o empresário pretende tomar a decisão em breve.