O outro lado de Federer: lenda do tênis mantém Fundação na África e ajudou crianças na guerra da Ucrânia

Roger Federer em uma de suas visitas às escolas africanas (Reprodução/Fundação Roger Federer)


O tenista suíço Roger Federer anunciou sua aposentadoria, nesta quinta-feira. Ao longo da carreira, ele utilizou o dinheiro conquistado com o esporte para ajudar organizações ao redor do mundo, especialmente aquelas voltadas à educação.

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Em 2004, o tenista inaugurou a Fundação Roger Federer. Segundo informações do site oficial, apenas de 2021 para cá, quase 2 milhões de crianças de países africanos e da Suíça foram ajudadas. O portal da Fundação reitera a importância da educação.
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– Nós sabemos que uma boa educação empodera crianças, permitindo que tomem conta do próprio futuro e sejam ativas no processo de moldá-lo – diz a página inicial do site.

Assim que a Guerra na Ucrânia eclodiu, o tenista foi impactado pela situação das crianças no país europeu e doou cerca de 500 mil euros à ONG “War Child Holland”, que ajuda justamente crianças que residem em países em estado de guerra.

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Em 2020, Federer colaborou, inclusive, com um projeto brasileiro. O suíço participou de um evento de divulgação do “VENCENDOJUNTOS”, organizado por atletas brasileiros como o também tenista Guga e o jogador de futebol do Flamengo Diego Ribas.

A última chance de o fã se despedir de Federer será a Laver Cup, torneio que o suíço ainda disputará, realizado entre os dias 23 e 25 deste mês.