Novo dono do Chelsea sugere Jogo das Estrelas da Premier League e mudança no rebaixamento

Todd Boehly, dono do Chelsea, busca expandir negócios no futebol (Foto: GLYN KIRK / AFP)


Novo dono do Chelsea, o estadunidense Todd Boehly sugeriu algumas mudanças à Premier League, o Campeonato Inglês de futebol. Durante um evento nos Estados Unidos, o empresário falou em como pretende melhorar a liga e deu exemplos do que é praticado na América do Norte.


A primeira sugestão de Boehly foi um All-Star Game, espécie de Jogo das Estrelas, comum na NBA, a liga norte-americana de basquete. A ideia era reunir equipes do norte (como Liverpool e os times de Manchester, City e United) contra equipes do sul (Arsenal, Chelsea e Tottenham) do Reino Unido em uma partida.

- Espero que a Premier League aprenda um pouco da lição dos esportes americanos quando se trata de gerenciamento e promoção e realmente comece a perceber... Por que não existe um All-Star Game? Você poderia fazer um All-Star Game. Estrelas na Premier League Norte contra o Sul e, assim, financiar facilmente o que a pirâmide do futebol precisava - afirmou Todd.

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Outra ideia do empresário americano é mudar a fórmula da Premier League no que diz respeito ao rebaixamento. Atualmente, os três últimos colocados do Campeonato Inglês vão para a segunda divisão, a Championship, mas Todd Boehly tem outra visão.

- A Premier League é o topo da pirâmide e todos os anos você tem três clubes que são rebaixados e três clubes que são promovidos. Portanto, há uma distinção gigante em que você sempre tem que ter um pouco de olho no que está acontecendo na parte inferior da tabela. Esses jogos de rebaixamento são alguns dos jogos mais transmitidos. Em última análise, espero que a Premier League aprenda um pouco com os esportes americanos e pergunte 'por que não fazemos um torneio com as quatro últimas equipes? - disse.

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Todd Boehly assumiu o controle do Chelsea em maio, depois que o russo Roman Abramovich vendeu o clube em meio a sanções sofridas após o início da guerra entre Rússia e Ucrânia. O valor pago pelo estadunidense foi de 2,5 bilhões de libras (pouco mais de R$ 15,6 bilhões à época).