Retrospectiva: as maiores zebras do futebol mundial dos últimos 10 anos

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Seguindo os textos especiais sobre o esporte nos últimos 10 anos, é hora de lembrar das maiores zebras do futebol desde 2010.

(Foto: Getty Images)
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Croácia finalista da Copa de 2018

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O país, um dos herdeiros da antiga Iugoslávia, sempre apresentou grandes jogadores para o mundo. Mesmo assim, ninguém esperava que a seleção na Copa da Rússia chegaria na decisão, mesmo com bons nomes como Modric, Rakitic, Pericic e Mandzukic. Modric, aliás, foi eleito o melhor do mundo, acabando com a hegemonia Messi e Cristiano Ronaldo.


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Alemanha eliminada na fase de grupos da Copa de 2018

A campeã da edição anterior da Copa foi para a Rússia como uma das favoritas, mesmo que com um elenco pouco renovado. O último lugar num grupo que tinha Suécia, México e Coreia do Sul foi o maior vexame da história do futebol alemão.


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Independiente del Valle na final da Libertadores de 2016

Em 2016, na verdade, a final entre del Valle e Atlético Nacional surpreendeu a todos. O Atlético, porém, apresentou um bom futebol ao longo da competição. Já o time equatoriano veio aos “trancos e barrancos” e eliminou dois gigantes argentinos: River Plate e Boca Juniors.


(Foto: Reprodução)
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Leicester campeão Inglês de 2016

A maior zebra da história da Premier League. Esse time minúsculo superou os orçamentos milionários de adversários de peso como a dupla de Manchester, Liverpool e Chelsea. E é um “conto de fadas”, já que subiu da segunda divisão para a primeira em 13/14 e quase caiu novamente na temporada seguinte. Em sua campanha campeã, 38 jogos, 23 vitórias, 12 empates e três derrotas.


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Espanha eliminada na fase de grupos da Copa de 2014

Depois de encantar o mundo da bola com dois títulos da Eurocopa (2008 e 2012) e uma Copa (2010), a Fúria foi um enorme fracasso no Mundial do Brasil. Num grupo com Holanda, Chile e Austrália, apenas uma vitória (contra o time da Oceania) e sete gols sofridos (sendo “apenas” cinco vindos da seleção laranja).


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Raja Casablanca elimina o Atlético Mineiro na semifinal do Mundial de Clubes em 2013

Depois do título heróico da Libertadores, a torcida esperava voos mais altos do Galo no Mundial. Infelizmente o nervosismo tomou conta do time mineiro e foi presa fácil dos marroquinos, que ganharam por 3 a 1. Na disputa pelo terceiro lugar, o Atlético suou, mas ganhou do chinês Guangzhou Evergrande por 3 a 2.


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Apoel nas quartas de final da Liga dos Campeões de 2010/11

O time do Chipre foi outro que viveu um “conto de fadas” no maior torneio interclubes do mundo. Depois de passar pelo qualificatório, o Apoel encarou um grupo com Zenit, Porto e Shakhtar Donetsk, todos com mais “casca” que ele na competição. Já fez história ao ganhar do Zenit em casa, o que foi sua primeira vitoria na fase de grupos da Liga dos Campeões. A equipe se classificou às oitavas com apenas uma derrota - 2 a 1 para o Zenit na última rodada. Nas oitavas, encarou o Lyon. Na ida, na França, derrota por 1 a 0. Na volta, 1 a 0 para os donos da casa. Nos pênaltis, 4 a 3 para os cipriotas. Aí nas quartas não tinha como…simplesmente o Real Madrid. O merengues ganharam por 3 a 0 no Chipre e fizeram 5 a 2 no Bernabéu. 

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Tolima elimina o Corinthians na pré-Libertadores em 2011

O Timão foi o primeiro time brasileiro da história a cair nesta fase da competição. O clube brasileiro ficou nervoso em boa parte da partida e levou dois gols no segundo tempo, não tendo forças, para reagir. Tite foi bancado por Andrés Sanches e o técnico gaúcho levaria o Corinthians ao título brasileiro naquele mesmo ano. E 2012 ainda guardaria os históricos títulos da Libertadores e do Mundial.

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Mazembe elimina o Internacional em 2010 no Mundial de Clubes

O primeiro grande fiasco brasileiro no Mundial de Clubes. Ninguém poderia imaginar que o time gaúcho perderia por 2 a 0 para um clube do Congo. E o que também ficou marcado naquele derrota foi a maneira de comemorar dos africanos, como na foro acima.


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Ajax na semifinal da Liga dos Campeões na temporada 2018-19

O time holandês tem camisa “pesada”, quatro títulos de Liga dos Campeões e base da revolucionária Holanda dos anos 70. Nos últimos anos, porém, os resultados europeus não foram dos mais animadores. Porém, a temporada passada foi mágica. O time de Erik ten Hag praticou um futebol envolvente e ofensivo, chegando até a semifinal, algo que não acontecia desde 1997. E o time ficou a poucos segundos da decisão, mas o gol de Lucas Moura para o Tottenham encerrou o sonho holandês. Mesmo assim, a equipe de De Ligt, Blind, De Jong, David Neres, Tagliafico e Tadic foi uma agradável zebra da última década.

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