Zagueiro do São Bernardo comenta sobre o coronavírus e futuro da A2


Zagueiro e capitão do São Bernardo, líder da Série A2, Leandro Amaro comentou sobre a paralisação das competições e a crise que o futebol e o paìs, de maneira gera, passam por conta da pandemia do coronavírus.

O elenco do Tigre do ABC está sem treinar há uma semana. Os atletas receberam orientações do departamento médico da preparação física do clube para ficarem em casa, buscar manter o condicionamento físico e evitar locais com aglomeração, além da higiene pessoal constante.

- Realmente estamos muito preocupados com tudo o que está acontecendo não só aqui no Brasil, como no mundo todo. Toda essa pandemia nos deixa em alerta. Temos que nos cuidar, cuidar dos nossos familiares e torcer para tudo isso seja resolvido o quanto antes - declarou.

Leandro Amaro afirmou que concordou com toda a paralisação da competição para evitar algo que poderia ser ainda mais grave.

- Quando recebemos o comunicado que o campeonato seria paralisado, eu concordei na mesma hora. Nesse momento temos que pensar em tudo o que envolve não só na nossa vida de atleta, mas de todas as pessoas. Se o campeonato continuasse, algo ainda pior poderia acontecer - avaliou.

Em casa, o zagueiro destacou que está treinando conforme o clube orientou e disse que é necessário seguir focado na competição, mesmo ainda sem saber qual será a definição do torneio, onde o São Bernardo lidera.

- Estamos na liderança da A2. O time estava bem em campo. Agora, mesmo com essa paralisação, temos que seguir focados. Temos que treinar, cuidar da saúde, mas seguir com foco na competição. Não sabemos qual será a decisão. Mas independente disso, estamos na liderança e temos que estar preparados. Estamos treinando conforme os profissionais do clube nos orientaram. Somos profissionais e vamos seguir todo o planejamento de atividades em casa. A torcida fica para que esse vírus desapareça. Essa é a maior luta que temos que pensar no momento. Vamos torcer para que diminua essa pandemia e que as pessoas possam voltar a ter a sua vida normal o mais breve possível - finalizou.













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