Ygor Coelho perde para japonês e é eliminado no badminton das Olimpíadas

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Ygor Coelho perde para japonês e é eliminado no badminton das Olimpíadas
TÓQUIO, JAPÃO, 28/07/2021: BADMINTON-OLIMPÍADAS-TÓQUIO - O atleta Ygor Coelho, do Brasil, foi eliminado na disputa do Badminton, realizada no Forest Sport Plaza, na capital japonesa, nesta quarta-feira (28). (Foto: Yuri Hiroshi/Agência Enquadrar/Folhapress)
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TÓQUIO, JAPÃO (UOL/FOLHAPRESS) - Ygor Coelho endureceu parte do primeiro game contra o japonês Kanta Tsunemaya, 12º do ranking mundial, mas depois não conseguiu manter o ritmo. Em partida que definiria o primeiro colocado do grupo I do badminton nas Olimpíadas de Tóquio, o brasileiro foi eliminado.

Com a vitória por 2 a 0 (21/14 e 21/8), Tsunemaya avançou para a fase eliminatória e entra na briga direta por medalha.

Apesar da queda, Ygor foi o primeiro brasileiro a ganhar uma partida de chave individual nos Jogos. Na estreia, ele havia derrotado de Julian Georges Paul, das Ilhas Maurício, por 2 a 0.

Antes da Olimpíada, em entrevista, o atleta havia dito que seu primeiro objetivo era vencer um jogo e só depois, quem sabe, sair da fase de grupos. A segunda parte não aconteceu.

Esguio e ágil, o brasileiro não pareceu nervoso nos primeiros ataques e defesas. Desdobrava-se de um canto para outro da quadra para mandar a peteca do outro lado. Também fez o adversário correr e chegou a igualar o placar em 5 a 5 no primeiro game. A velocidade justificava a definição do próprio Ygor, de que o badminton é bonito plasticamente.

"É uma espécie de balé misturado com vôlei", compara.

Aos poucos, o japonês começou a impor sua maior categoria, em um nível que Ygor planeja chegar em Paris-2024. Para isso, pretende continuar a treinar e morar na Dinamarca, onde pode competir com rivais bem ranqueados várias vezes durante o ano.

Após o final da partida que durou 41 minutos, Ygor não saiu cabisbaixo. Acenou para os integrantes do COB que o acompanhavam no Musashino Forest Plaza e sorriu ao cumprimentar o adversário.

O jogador, de 24 anos, revelado em um projeto social montado por seu pai, Sebastião, na comunidade da Chacrinha, zona oeste do Rio de Janeiro, participou das Olimpíadas pela segunda vez. Em 2016, havia saído sem vitória. Isso mudou em Tóquio.

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