Weintraub: “Não quero sociólogo e filósofo com meu dinheiro”

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, faz balanço sobre o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja).
O ministro da Educação, Abraham Weintraub, faz balanço sobre o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja).

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, cumprimentou apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) neste domingo (14), em Brasília, e disse que não quer sociólogos, antropólogos e filósofos estudando com o que chamou de “meu dinheiro”.

“Todas as universidades que a gente tem, não brota da terra o dinheiro, vem do imposto. Quando a gente for comprar pão, gasolina para a moto, telefone celular, vem imposto. E esse imposto é usado para pagar salário de professor, de técnico, bolsa, alimentação, tudo isso. Eu, como brasileiro, eu quero ter mais médico, mais enfermeiro, mais engenheiro, mais dentistas. Eu não quero mais sociológico, antropológico, não quero mais filósofo com o meu dinheiro", disse o ministro.

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Weintraub provocou aglomeração e circulou sem máscara. No DF, quem não usar o item de proteção em espaços públicos sofre punição, uma multa de até R$ 2 mil para pessoa física e de R$ 4 mil para estabelecimentos. Entre os manifestantes abraçados pelo ministro, estavam integrantes do acampamento desmontado pelo governo do Distrito Federal no último sábado (13), por descumprir normas de distanciamento social.

“Com o meu dinheiro que eu pago imposto, eu quero mais médico, mais enfermeiro. Se o cara quer fazer filosofia, vai fazer com o dinheiro dele. Meu filho pode fazer filosofia? Lógico que pode. Papai, quero fazer filosofia. Filhão, você já tá trabalhando? Vai ganhar dinheiro e vai”, completou o ministro da Educação.

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