Votação de vitalícios expõe fragmentação do conselho do Palmeiras

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Palmeiras (Marcello Zambrana/AGIF)
Palmeiras (Marcello Zambrana/AGIF)

A eleição de conselheiros vitalícios do Palmeiras, na noite desta segunda-feira (30), foi marcada pela eleição de apenas 2 conselheiros próximos à situação, e nenhum identificado com a oposição, o que mostra o momento por que passa o clube.

Marco Polo Calandrielo, com 145 votos, número considerado bom, já que a “nota de corte” era 126 votos. Marco Polo é sobrinho do também conselheiro Américo Calandrielo, que durante anos ocupou cargo diretivo na Federação Paulista de Futebol, sob o comando de Marco Polo Del Nero e posteriormente Reinado Carneiro Bastos. O segundo candidato eleito foi Renato Casanova, com 129 votos. O baixo número de conselheiros eleitos mostra uma fragmentação dentro do conselho e menor coesão da situação em comparação ao que já foi evidenciado em um passado bastante recente. Sobram 13 cadeiras de vitalícios vagas.

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Havia 19 candidatos, 17 ligados à situação e 2 mais identificados com a oposição, e para garantir a eleição era necessário conseguir a maioria simples, ou seja, no mínimo a metade dos presentes mais um voto.

O candidato de oposição mais votado foi Osimar Morais.

Houve um movimento que tentava desistimular o voto nos vitalícios, liderado por Sylvio Mukai, dissidente do grupo União Verde e Branca, de Wlademir Pescarmona, e que recentemente foi candidato à presidência do conselho deliberativo por uma chapa de oposição que mesclava aliados dos ex-presidentesd Mustafá Contursi e Paulo Nobre e dissidentes de outros grupos.


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