Vitória do Palmeiras que rebaixou Cruzeiro pode ter valido R$ 700 mil de mala branca

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Duelo entre Cruzeiro e Palmeiras, pela 38ª rodada do Brasileirão (Fernando Moreno/Agif)
Duelo entre Cruzeiro e Palmeiras, pela 38ª rodada do Brasileirão (Fernando Moreno/Agif)

Nenhum dirigente do Palmeiras, tampouco do Ceará confirmam. Mas o Blog recebeu a informação de um dos integrantes do elenco alviverde de que a vitória por 2 a 0 em cima do Cruzeiro rendeu um prêmio de R$ 700 mil - a ser pago pelo Ceará, o que constitui a famosa mala branca.

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Vale lembrar que Ceará e Cruzeiro chegaram à última rodada do Brasileirão brigando para não ficar com a última vaga no Z4 ainda aberta. Bastava aos cearenses um empate contra o Botafogo, no Rio de Janeiro, para não depender do resultado de Cruzeiro x Palmeiras, no Mineirão.

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O Ceará, inclusive, arrancou um ponto diante dos botafoguenses. Porém, de acordo com a versão ouvida pelo Blog, dias antes de a bola rolar, um representante do elenco do Ceará entrou em contato com um jogador do Palmeiras com a promessa de R$ 700 mil para que o Verdão não perdesse em Minas Gerais.

Antes da última rodada, o Cruzeiro tinha 36 pontos, contra 38 do Ceará. Com a observação de que, em caso de igualdade em pontos, o rebaixado seria a Raposa, porque tinha menos vitórias do que o rival no campeonato.

Ainda segundo o palmeirense, os R$ 700 mil seriam divididos de forma igual entre os 21 jogadores que estiveram entre os relacionados para a partida no Mineirão - ou seja, pouco mais de R$ 33 mil para cada.

Membros da comissão técnica do Palmeiras e dirigentes não teriam feito parte do acordo, que foi tratado entre os líderes dos elencos dos dois times.

Outro caso: A possibilidade de mala branca para o Verdão não foi um caso exclusivo na reta final do futebol brasileiro. Existe muita especulação de que os jogadores do São Bento dividiram R$ 500 mil para vencerem o América-MG no estádio Independência, na última rodada da Série B. Mesmo já rebaixado, o time de Sorocaba fez 2 a 1 e permitiu que o Atlético-GO subisse para o Brasileirão.

Diretor de futebol do América, Paulo Bracks foi um dos que levantaram suspeita em relação à mala branca. “O que aconteceu aqui hoje, ao que tudo indica, basta ver o jogo, é um doping financeiro”, afirmou o dirigente, pouco depois da derrota em casa, em entrevista à Rádio Itatiaia.

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