Após vitória, Kleina cita Barça, elogia ataque da Ponte e critica arbitragem

A Ponte Preta abriu uma larga vantagem para o segundo jogo da semifinal do Campeonato Paulista, encaminhando a vaga à final da competição, mas Gilson Kleina prega calma. Em conversa com a imprensa logo após a vitória por 3 a 0 sobre o Palmeiras, o técnico elogiou seu ataque, o mais rápido do campeonato, segundo ele, e relembrou da épica virada do Barcelona sobre o Paris Saint-Germain, nas oitavas de final da Liga dos Campeões.

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“Um resultado importantíssimo, mas a gente sabe como é o futebol, como foi o segundo jogo contra o Santos. A gente sabe que jogar nos domínios do adversário a pressão é contrária, o Palmeiras vai vir com tudo. Ao mesmo tempo, posso relembrar o que aconteceu entre Barcelona e Paris Saint-Germain, só que a gente tem que ser inteligente, não abrir mão desta estrutura de jogo. Nós temos o ataque mais rápido do campeonato”, assegurou.

Além disso, o treinador avaliou a atuação de sua equipe nesta tarde. Organizada nos setores ofensivo e defensivo, na opinião dele, a Macaca só assim conseguiu anular os pontos fortes do Verdão, time mais badalado da temporada.

“A Ponte Preta venceu e convenceu. Ela fez o resultado porque soube marcar os pontos fortes da equipe do Palmeiras. Tanto é que no primeiro tempo o atleta que mais criava, que tinha saída de bola era o Mina. A equipe da Ponte teve uma movimentação que dificultou a marcação do Palmeiras, isto fez com que nós achássemos os espaços e fizéssemos as definições. Então ela foi uma equipe que organizou tanto a parte ofensiva como a parte defensiva. Os atletas estão de parabéns porque foram competentes na tarde de hoje”, afirmou.

Por fim, o convidado do programa Mesa Redonda, da TV Gazeta, deste domingo, comentou, descontente, da arbitragem do confronto. Apesar do largo placar, os alvinegros reclamam de suposto pênalti em Pottker, cometido por Fernando Prass. O treinador ainda criticou a falta de critério do árbitro.

“Sobre a arbitragem, eu queria pontuar. Eu perco o Reinaldo com um cartão que não entendo. O Felipe Melo estava pendurado neste jogo, deu um carrinho parecido e ele tinha que usar o mesmo critério. O pênalti existiu. Eu não sei se nós faríamos o quarto gol, que seria ainda mais importante, mas o Fernando Prass seria expulso e perderiam [o Palmeiras] uma referência para o outro jogo, sim”, completou.