Victor Villaça, ex-Flamengo Imperadores, é mais um brasileiro contratado pelo Telfs Patriots

Victor Villaça teve grande temporada pelo Flamengo Imperadores. Foto: (Gilson Junior)


Após se destacar no Flamengo Imperadores, o defensor Victor Villaça é mais um brasileiro que vai jogar no futebol europeu em 2023. O jogador foi anunciado nesta semana pelo Telfs Patriots, que disputou sua primeira temporada na elite austríaca no ano passado e teve um recorde positivo, com seis vitórias e cinco derrotas.

Victor Villaça é o segundo jogador brasileiro que vai defender o Telfs Patriots nesta temporada. Antes, o time austríaco havia acertado com o wide receiver Fabrizio Nanni, campeão da Liga Brasileira de Futebol Americano (Liga BFA) pelo T-Rex. Apesar de jogar como recebedor no time catarinense, Nanni vai atuar como defensive back na Áustria.

Em contato com a Valinor Conteúdo/Lance!, Victor Villaça explicou como aconteceu o convite e as negociações com o Telfs Patriots.

- Recebi o convite diretamente do Coach Daniel Levy. Ele estava procurando um jogador que se encaixasse no sistema de defesa do time e que tivesse cidadania europeia. Com isso, ele teve indicações do meu nome por outros coaches e depois de fazer uma pesquisa, ele me convidou para fazer parte do plantel dos Patriots. Aí foi um processo rápido para que tudo se concretizasse – detalhou.

O jogador terá a primeira experiência internacional no futebol americano e acredita que ela será fundamental para o seu crescimento no esporte da bola oval.

- Para mim, é a realização de um sonho. Com certeza, é um passo muito grande e que poucos jogadores do Brasil conseguiram. Então, posso considerar como o maior passo da minha carreira e espero que não só para mim: quero dar o meu melhor e abrir as portas para mais brasileiros nas ligas europeias – afirmou.

Sobre o fato de ter mais um jogador brasileiro no elenco do Telfs Patriots, Victor Villaça ressaltou que, apesar de não conhecer Fabrizio Nanni pessoalmente, esse fato deve auxiliar na ambientação ao novo time para os dois atletas.

- Acredito que sempre ajuda, até porque chegaremos juntos em um ambiente com costumes e línguas diferentes. Então, ter um brasileiro com experiência parecida ajuda a ambientar mais rápido – finalizou.

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