Veto público de Romildo a Rafinha é um sinal de que Grêmio tenta colocar limite às imposições de Renato

Fabio Utz
·2 minuto de leitura

Se existia alguma dúvida sobre como o Grêmio lidou com o "caso Rafinha", agora está tudo claro. O técnico Renato Portaluppi pediu a contratação do atleta, e o presidente Romildo Bolzan Júnior negou sob o argumento de que o elenco está bem servido de laterais-direitos.

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Nesta segunda-feira, antes do jogo contra o São José (empate em 1 a 1), o dirigente foi enfático ao garantir que, logo que surgiu o interesse do treinador, o "não" veio rapidamente. "Quando há uma voz presidencial, há uma voz presidencial. Muitas vezes cedemos, mas, desta vez, pelo projeto, não fizemos algo desta natureza", disse, ao GE.Globo.

Rafinha está livre no mercado | John Berry/Getty Images
Rafinha está livre no mercado | John Berry/Getty Images

No momento, Vanderson é o dono da posição. Victor Ferraz, que foi titular em boa parte de 2020, fica como alternativa de banco, enquanto Leonardo Gomes ainda se recupera de grave lesão e está por voltar a partir de abril. Ao que tudo indica, mesmo que lá atrás o Tricolor quisesse, por exemplo, comprar Orejuela em definitivo, a ascensão do novo titular arrefece essa necessidade. Os esforços se voltam, a princípio, na busca por nomes para o setor ofensivo.

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Certa ou errada, a fala de Romildo deixa claro que, ao menos por agora, as imposições de Renato tendem a ser menos influentes nas tomadas de decisão do Grêmio. Afinal, quem já errou no passado (em indicações), naturalmente, perde um pouco de crédito.

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