Velocista americano é suspenso por 30 meses por doping

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O americano Obi Igbokwe (C) chega em segundo lugar, depois do jamaicano Akeem Bloomfield, na final dlos 400m do Grand Prêmio de Glasgow, em 2020

O atleta Obi Igbokwe, medalha de ouro no revezamento misto 4x400m no Mundial de 2019 em Doha, foi punido com 30 meses de suspensão após teste positivo para esteróide anabolizante, informou a Agência Antidoping dos Estados Unidos (USADA) nesta quinta-feira.

O atleta de 24 anos ficará suspenso até novembro de 2022, portanto não poderá se classificar para as Olimpíadas de Tóquio deste ano (23 de julho a 8 de agosto) ou para o Campeonato Mundial de Atletismo de 2022 em Eugene, Oregon.

"Igbokwe aceitou sua suspensão de 30 meses por violação da regra antidoping. Ele testou positivo para deidroclormetiltestosterona (DHCMT) e / ou outros esteróides anabolizantes relacionados, detectados por meio de uma amostra de urina fora de competição coletada em 26 de maio de 2020" informo a USADA.

"O DHCMT e todos os esteróides anabolizantes são substâncias proibidas de acordo com os protocolos da USADA, os regulamentos antidoping do Comitê Olímpico e Paraolímpico dos Estados Unidos (USOPC) e da Federação Internacional de Atletismo", lembrou a agência.

O período de suspensão de Igbokwe começou no mesmo 26 de maio de 2020 e todos os resultados subsequentes foram invalidados, acrescentou a agência americana.

Igbokwe correu nas provas de revezamento misto 4x400m pelos Estados Unidos no Campeonato Mundial de Doha, mas não participou da final.

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