Vasco: confira que jogadores podem gerar receita mesmo longe de São Januário

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O fim da temporada europeia se aproxima e com ele se aquece o mercado de transferência de jogadores. O Vasco sonha em arrecadar mais com a venda de direitos econômicos, mas pode ter algum lucro sem necessariamente negociar algum jogador de seu elenco.

O balanço do clube referente a 2020 dá uma ideia mais clara de quais ativos o Vasco tem espalhados do lado de fora dos muros de São Januário que podem eventualmente gerar receita extra.

No orçamento de 2021, o clube estipulou arrecadar R$ 25 milhões com mecanismo de solidariedade. Em 2020, esse valor foi bem menor, de R$ 4,9 milhões. Danilo, Marlon, Allan e Yotún foram os responsáveis pelo valor. No ano anterior, 2019, o clube arrecadou menos, R$ 3 milhões. Os responsáveis foram Marlon, Danilo, Kainandro, Philippe Coutinho, Marcelo, Evander e Patric.

Para essa temporada, a saída de Philippe Coutinho do Barcelona vem sendo cogitada. Com o meia em baixa, talvez não movimente tanto dinheiro quanto uma possível ida de Douglas Luiz, do Aston Villa, para o Manchester City.

Manutenção de percentual

Outro ativo robusto é Paulinho, mas o atacante, vindo de grave lesão, não deve sair do Bayer Leverkusen por enquanto. No caso dele, o que ajudaria mais o Vasco é a manutenção de 10% dos direitos econômicos do jogador, que o clube fez em 2018, quando o negociou.

O Vasco, de acordo com o orçamento, estima levantar R$ 82 milhões com a venda de direitos econômicos de jogadores em 2021. Obviamente, o grosso desse valor sairia de uma negociação própria, como por exemplo a saída de Talles Magno. Mas pequenas receitas provenientes dessas sobras de direitos podem ajudar.

Além de Paulinho, o Vasco segue com 40% de Luan, zagueiro do Palmeiras, 15% de Mateus Vital, do Corinthians, e 20% de Marrony. Há também a manutenção do percentual de jogadores menos cotados, como o lateral-esquerdo Alan Cardoso e o atacante Paulo Vitor.