Vasco busca melhora na finalização e novos protagonistas para reencontro com a vitória na Série B

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Vasco necessita de novos protagonistas para encontrar caminho das vitórias (Foto: Rafael Ribeiro/Vasco)


Após o empate com a Chapecoense em 0 a 0, o Vasco atingiu a marca de 11 jogos sem vencer na Série B do Campeonato Brasileiro e tem o seu pior início na competição. O time de Zé Ricardo acumulou mais um mau resultado e a pressão em cima do técnico cresce a cada rodada. Com isso, a qualificação das finalizações e a descentralização de protagonistas, como Nenê e Raniel podem se tornarem aliadas do Cruz-Maltino reencontrar o caminho das vitórias.

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Segundo dados do 'Footstats', nas três primeiras rodadas da Série B do Campeonato Brasileiro, o Gigante finalizou 31 vezes, sendo 11 no gol e 20 erradas. Para um clube, que tem a urgência de subir para a Primeira Divisão, os números apresentados são preocupantes, uma vez que mais da metade dos chutes ao gol não são convertidos e são errados. De todas estas finalizações, Raniel chutou quatro ao gol e errou quatro. Nenê arrematou uma bola no gol.

A título de comparação, vale destacar os dados do Bahia, atual líder da Série B do Brasileirão. No total finalizou 38 vezes em três rodadas. Sete a mais que o Vasco. Foram 12 ao gol e 26 erradas. Ou seja, mesmo com um número semelhante ao Gigante em finalizações ao gol, o Tricolor de Aço é mais efetivo.

Se comparar com os dados dos últimos cinco jogos da equipe de São Januário, no Campeonato Carioca, a situação ainda é mais grave. Pois, das 48 finalizações, somente 18 foram no gol e 30 foram erradas. Dentro delas, o camisa 9 chutou uma vez ao gol e errou quatro. Já o 10, arrematou quatro e errou também quatro. Assim, a melhora nas finalizações pode ser um fator para o Vasco voltar a vencer.

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É notório que, o jogo vascaíno é centralizado e passa por praticamente dois jogadores: Nenê e Raniel. E pelas as últimas exibições, para o time render, é primordial que o primeiro deles esteja inspirado.

Quando se fala em assistências para finalização, a centralização do Vasco nos camisas 10 e 9 fica mais evidente. No Brasileirão, o Gigante já deu 22 passes para finalizações, sendo que o primeiro deles deu oito assistências e o segundo apenas quatro. Já no Cariocão, ocorreu um equilíbrio. No total de 33 assistências para finalização, Nenê distribuiu três.

Por isso, a descentralização do protagonismo pode ser uma saída. Ao dar oportunidade a atletas, principalmente os recém-contratados, que estão dispostos a mostrar serviço, pode ser um caminho caso o trabalho dê liga. Consequentemente, os velhos conhecidos da torcida podem aliviar um pouco da pressão que carregam desde o início da competição.

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