VAR veio para ficar, mas uso dele pode e deve ser debatido sempre

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O arbitro Felipe Fernandes de Lima durante partida entre Palmeiras e Ceara no Allianz Parque. Foto: Bruno Ulivieri/AGIF
O arbitro Felipe Fernandes de Lima durante partida entre Palmeiras e Ceara no Allianz Parque. Foto: Bruno Ulivieri/AGIF

O uso do VAR foi o responsável por mais um debate dos jogos de sábado no Brasileiro. Para mim, o gol anulado do Ceará contra o Palmeiras foi incorreto, mesmo com a tecnologia. E não sou contra a tecnologia. Acho fundamental utilizar o VAR, mas é possível debater o modo como é utilizado e quem o opera. E isso não é brigar com imagem nenhuma. Listo alguns lances onde as imagens reveladas pelas arbitragens deram muita margem a outras interpretações.

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Gol validado de Rodrigo Lindoso contra o Bahia, no primeiro turno. Lindoso estava impedido e não havia como dizer que ele estava em condição legal com a imagem disponibilizada;

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Gol de Bruno Henrique do Flamengo contra a Chape, no segundo turno. O atacante estava adiantado pela imagem. Impedido.

Gol de Werley do Vasco contra o Corinthians, no segundo turno. Zagueiro não estava impedido, mesmo com a imagem.

Gol de Bergson do Ceará contra o Vasco, no segundo turno. Atacante estava adiantado e gol foi validado pela imagem.

Gol de Felipe do Ceará contra o Palmeiras, no segundo turno. Bergson recebeu a bola em condições na origem do lance. Arbitragem marcou impedimento com a imagem. O gol mais legal de todos, até agora.

É isso. A tecnologia é ótima e veio para ficar, mas podemos debatê-la sim, e isso não significa brigar com a imagem. Os radicais defensores acham que a tecnologia não pode ter falhas. Pode sim, ainda mais com seres humanos comandando. E nós devemos sempre alertar quando eles estiverem errados. Segue o jogo.

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