VAR é ótimo e veio para ficar. O problema é quem o opera

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Cabine do VAR antes de um jogo pela Série A do Brasileiro. Foto: Magalhães Júnior/Photopress/Gazeta Press
Cabine do VAR antes de um jogo pela Série A do Brasileiro. Foto: Magalhães Júnior/Photopress/Gazeta Press

Tenho acompanhado muitos debates e críticas ao VAR, utilizado nos jogos da Série A do Brasileiro e Copa do Brasil. Eu acho o VAR muito bom. Uma tecnologia necessária e que veio para ficar. Afinal, é legal ganhar com um gol de mão ou impedido? Ou com um pênalti marcado fora da área? Óbvio que não.

O problema é quem opera o VAR no futebol brasileiro. A comissão de arbitragem tem a obrigação de colocar árbitros experientes na aplicação do aparelho. Por que não preparar ex-árbitros que não viveram o uso da tecnologia, mas que tiveram boas trajetórias e bom senso quando apitavam?

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O fim de semana marcou dois lances absurdos, na opinião do blog. O Vasco foi muito prejudicado quando marcou o segundo gol contra o Grêmio, no início do segundo tempo. O gol de Picachu foi anulado porque quem estava no VAR chamou o árbitro para uma suposta falta de Rossi em Matheus Henrique, na origem do lance. Não houve nada e aquele gesto acontece 50 vezes dentro de campo. Vasco muito prejudicado pelo uso equivocado do VAR.

No jogo entre Corinthians e CSA, Danilo Avelar foi derrubado na área por Nilton. Pênalti claro na cara do árbitro, que não marcou falta. O árbitro do VAR, que estreava na competição, não acionou o apitador, num lance claríssimo. Erro grave. Muito grave.

Então, antes da tentativa de “sabotar” o VAR no futebol brasileiro, vamos treinar e preparar quem vai operá-lo. Falta visão de futebol, praticidade e experiência. E isso tudo é fácil de resolver. É só ter boa vontade.

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