VAR atrasa, enguiça, muda muita coisa nas finais dos Estaduais e vira piada; veja os memes

Goal.com
Árbitro de vídeo foi protagonista nas decisões dos quatro principais Estaduais do país.

VAR atrasa, enguiça, muda muita coisa nas finais dos Estaduais e vira piada; veja os memes

Árbitro de vídeo foi protagonista nas decisões dos quatro principais Estaduais do país.

Em um domingo recheado de decisões regionais pelo Brasil, quem "brilhou" mesmo foi o VAR. Protagonista nas decisões dos quatro principais Estaduais do país, o árbitro de vídeo atrasou, enguiçou, mudou muita coisa e terminou virando piada. 

O caso mais esdrúxulo aconteceu no Engenhão, onde Vasco e Flamengo fizeram a primeira final do Campeonato Carioca. O VAR anulou um gol legal de Bruno Henrique, que recebeu a bola de um rival e, portanto, não poderia estar em impedimento. O vídeo-árbitro, no entanto, não impediu que a arbitragem de Rodrigo Nunes de Sá errasse e invalidasse o lance. 

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Minutos depois, a coisa ficou ainda pior. De acordo com a Ferj (Federação Estadual do Rio de Janeiro), problemas elétricos na sala onde está instalado o VAR impediram que o artifício fosse utilizado dos 30 min do segundo tempo em diante.

No Morumbi, a gritaria foi maior pelo atraso. Como já havia acontecido nas semifinais, o árbitro de vídeo demorou muito para se posicionar, causando irritação em quem via o duelo entre São Paulo e Corinthians, pela final do Paulista. Foram pelo menos duas paralisações longas, sendo que a última demorou mais de quatro minutos e fez as arquibancadas se irromperem em gritos de "vergonha" para o VAR. 

Em Minas Gerais e no Rio Grande do Sul, as polêmicas ficaram mais restritos aos lances de campo. Em Belo Horizonte, o árbitro de vídeo até anulou um gol do cruzeirense Fred, mas quem saiu revoltado foi o torcedor atleticano, que pediu um pênalti de Dedé que poderia alterar o rumo da partida. 

Em Porto Alegre, por fim, o Inter saiu reclamando por duas oportunidades. No fim do primeiro tempo, uma confusão na beira do gramado após uma falta mais dura terminou com Renato Gaúcho apontando o dedo para o rosto de Cuesta. Os colorados entenderam que o treinador gremista poderia ser expulso, mas o árbitro Leandro Pedro Vuaden, auxiliado pelo VAR, ignorou o caso. 

No segundo tempo foi a vez de André entrar na mira da revisão tecnológica quando acertou uma cotovelada em Rodrigo Moledo durante uma disputa de bola. Vuaden mostrou o cartão amarelo ao jogador, mas foi orientado a conferir o lance na televisão na beira do gramado. Ainda assim, manteve a decisão e poupou o Grêmio de uma expulsão. 

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