Uma semana depois, Conmebol segue sem posição sobre denúncia de racismo contra atletas do Flamengo

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Uma semana se passou desde que Gabriel Barbosa e o técnico Renato Gaúcho falaram sobre ofensas racistas sofridas pela delegação do Flamengo no Estádio Manuel Ferreira, em Assunção contra o Olímpia, e a Conmebol ainda não se manifestou ou tem uma posição sobre o caso. A diretoria da Gávea confirma que fez a denúncia à organizadora da Copa Libertadores e aguarda a resolução.

Nesta quarta, às 19h15, os times voltam a se enfrentar. Com a vitória por 4 a 1 na ida, o Flamengo tem expressiva vantagem diante do Olímpia para confirmar a vaga nas semifinais da Libertadores, no Estádio Mané Garrincha, em Brasília.

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Por ora, a Conmebol informa que um expediente disciplinar foi aberto sobre o caso por conta do relatório do delegado da partida Selim Doumet (EQU). Não há prazo para a resolução do caso a cargo da Unidade Disciplinar da entidade.

A situação vivida em Assunção chateou os atletas e o técnico Renato Gaúcho. No retorno ao Rio de Janeiro, na última quinta-feira, o atacante Gabigol falou sobre o tema e cobrou uma ação enérgica pelo fim dos episódios de racismo.

- - Eu sofri também. Depois do jogo, tive que dar coletiva, atravessei o campo e discuti com o cara da Conmebol. Eles falaram que iam denunciar e não aconteceria mais. É muito ruim. Isso não existe mais. Ficamos tristes e não é a primeira vez. Aconteceram várias vezes comigo, com colegas e não gostamos.

- Sabemos que eles acabam passando um pano e segue o jogo, mas sempre acho que isso não é certo. Espero que tomem uma decisão importante sobre isso, porque não é certo, e todos sabem - completou o camisa 9 do Flamengo.

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