Uber exige selfies para comprovar uso de máscara e proíbe passageiros de sentar na frente

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Foto: Getty Images
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Durante uma entrevista coletiva virtual na última quarta-feira (13), o CEO global da Uber, Dara Khosrowshahi, anunciou novas medidas para dificultar a contaminação de motoristas e passageiros pelo novo coronavírus. A partir da próxima segunda-feira (18), o uso de máscaras não será mais recomendado e passará a ser obrigatório.

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Para comprovar o uso de máscaras, o aplicativo da Uber deverá exigir que motorista e passageiro enviem uma selfie. Além disso, a empresa vai instruir condutores a impedirem que passageiros sentem no banco da frente durante as viagens, recomendando o uso dos bancos de trás como forma de respeitar o distanciamento social da maneira possível.

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As novas restrições valem até o final de junho nos Estados Unidos, Canadá, Índia e grande parte da Europa e da América Latina. "À medida que as cidades começarem a reabrir e as pessoas começarem a se deslocar novamente, a Uber avançará com cautela e segurança", disse Khosrowshahi. "Todos nós teremos um papel a desempenhar para nos ajudar mutuamente a permanecer saudáveis quando sairmos."

Além disso, a Uber vai permitir que passageiros e motoristas cancelem corridas se a outra parte não estiver usando máscara. O número máximo de passageiros também será limitado, de quatro para três. Se houver uma violação repetida da política, condutores e usuários "correm o risco de perder o acesso à Uber", disse o CEO.

Durante a quarentena, a Uber lançou em vários mercados um novo serviço, o Flash, que permite o transporte de objetos e pacotes no lugar de passageiros. A modalidade Uber Pool, que junta até quatro usuários com destinos próximos em uma mesma corrida, foi suspensa para evitar aglomerações.

Na última semana, a Uber anunciou um prejuízo de US$ 2,9 bilhões no primeiro trimestre, culpando já os efeitos da pandemia de coronavírus. No período, o número de corridas subiu 8% em relação ao ano passado, mas a perspectiva é de queda para o segundo trimestre - só em abril, o número de corridas despencou 80%.

**Com informações da AFP

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