'Trazer o Rafinha de volta envolvia em quase duplicar o orçamento para a mesma posição', explica Landim

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No dia 20 de março, o Flamengo comunicou, publicamente, que havia desistido de tentar repatriar Rafinha, que acertou com o Grêmio logo depois, e citou "consequentes indefinições financeiras como impeditivos". E, em recente entrevista ao site "ge", Rodolfo Landim, presidente do Rubro-Negro, externou a sua visão a respeito das negociações com o lateral-direito de 35 anos.

- Primeiro, deixar bem claro que o Rafinha é um jogador que a gente a adoraria que ele tivesse permanecido dentro do Flamengo. Quando o Rafinha saiu do Flamengo, e a gente entendeu, ele foi 100% claro dentro daquilo que tinha sido negociado conosco. E eu acho que as pessoas têm que procurar ser. Acima de tudo, foi procurar a felicidade dele. Ele foi foi super correto. Nós vamos ficar eternamente ternamente gratos por tudo o que contribuiu para o Flamengo. Mas nós tivemos que ir ao mercado buscar um jogador para o lugar dele. E contratamos o Maurício (Isla), que é um grande jogador e que já tem mais de 100 jogos pela seleção chilena, um jogador de altíssima qualidade, para o lugar dele.

Ao citar Isla, que possui um dos maiores salários do elenco, Landim ainda sublinhou que a volta de Rafinha "envolvia em duplicar quase um orçamento para uma mesma posição":

- Dentro do planejamento orçamentário do Flamengo, se você for ver os valores envolvidos para trazer o Maurício, não são muito diferentes do Rafinha. A gente fez uma substituição. O primeiro ponto é: trazer o Rafinha de volta envolvia em quase duplicar o orçamento para a mesma posição.

Por fim, Landim abordou o retorno de Rodinei, que reintegrará o elenco em junho, depois que encerrar o seu vínculo de empréstimo com o Internacional.

- Tem naquela posição um jogador nosso que estava emprestado para o Internacional durante um tempo. Está vencendo e que vai estar retornando para nós também. Então, nós vamos contratar mais um jogador e vamos ter um terceiro jogador de qualidade que tinha ido para o Inter no momento em que dentro do planejamento cabia. Tudo isso faz parte da visão que a gente não pode pensar só no momento, a gente tem que pensar no todo e no planejamento.

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Também no mês passado, Rafinha deu a sua versão e avisou que o contratempo que impediu a sua volta ao Fla está relacionado a divergências internas na diretoria: "Fui vítima de uma guerra política (veja mais aqui)".