Tradutor e adaptação ao clima: como é o início de Sasaki no Palmeiras

Thiago Ferri
LANCE!
Sasaki durante treino do Palmeiras, nesta segunda-feira, na Academia de Futebol (Foto: Cesar Greco)

Tradutor e adaptação ao clima: como é o início de Sasaki no Palmeiras

Sasaki durante treino do Palmeiras, nesta segunda-feira, na Academia de Futebol (Foto: Cesar Greco)


Ao fim desta semana, Daiju Sasaki completará um mês desde que chegou ao Brasil. O meia-atacante japonês de 18 anos de idade fez na segunda seu primeiro treino com o elenco profissional do Palmeiras e ainda não jogou pelo sub-20. Agora, considera-se que está melhor adaptado à capital paulista.

Logo que chegou, Sasaki teve dificuldades por conta do clima em São Paulo (SP). Ele já se sente melhor, tanto que há 15 dias treina sem limitações com o restante do grupo de juniores à espera da primeira chance. O clube deu a ele um tradutor exclusivo para ensiná-lo palavras básicas em português e facilitar o convívio nos primeiros dias no Brasil.

O jogador completou o treino dos profissionais nessa segunda-feira, que ocorreu sem a presença de jornalistas. Luiz Felipe Scolari já havia dito que iria também analisar o potencial de Sasaki, emprestado por um ano pelo Vissel Kobe (JAP), time que conta com Andrés Iniesta e Lukas Podolski no elenco.

Considerado um atleta promissor, o jovem tem passagens pelas seleções de base do Japão. Pensando em uma negociação futura, o Verdão adquiriu 30% de seus direitos econômicos - o valor pago não foi revelado. Alavés, da Espanha, e Werder Bremen, da Alemanha, eram outros interessados nele.

O Palmeiras considerou que ao contratar Daiju, além de um reforço esportivo, pode ganhar espaço no mercado asiático, especificamente o japonês. E, assim, criar relações, hoje ainda embrionárias, com o milionário Hiroshi Mikitani, dono do Vissel Kobe e presidente da Rakuten, empresa que estampa sua marca no uniforme do Barcelona, por 55 milhões de euros por ano (R$ 242 milhões).









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