Organizadas de Cruzeiro e Galo são punidas após confusões no clássico

Em delação divulgada nesta terça-feira, Joesley Batista afirma que repassou R$ 30 milhões de propina a Fernando Pimentel, em troca de 3% das ações no estádio 

A Galoucura e a Máfia Azul, principais torcidas organizadas de Atlético-MG e Cruzeiro, respectivamente, estão proibidas de frequentarem os estádios com o uso de instrumentos musicais, faixas e bandeiras. A proibição da PM é válida por um mês e partiu do comandante do Batalhão de Polícia de Choque, tenente coronel Frederico Geraldo Ferreira.

A decisão de punir as organizadas foi tomada após a análise de pelo menos cinco transgressões dos membros no dia do jogo, dia 1º de abril, no Mineirão. Os principais confrontos aconteceram na região metropolitana de BH. Em Contagem, um atleticano recebeu uma pedrada na cabeça após um confronto com os torcedores rivais. Em Betim, outra briga envolveu mais de 100 torcedores do Atlético e cerca de 40 cruzeirenses.

Minutos antes da partia, segundo a PM, integrantes da Galoucura iniciaram um tumulto após tentarem entrar nas dependências do Mineirão à força. Já nas arquibancadas, eles teriam usado artefatos explosivos. A Máfia Azul também teria causado problemas ao invadir uma área de camarotes durante a partida.



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