'Tive esperança de que Messi jogaria de graça', diz presidente do Barcelona

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Messi ao ser substituído na partida do PSG com o Lyon, pelo Campeonato Francês (AFP/FRANCK FIFE)
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O presidente do Barcelona, Joan Laporta, afirmou nesta sexta-feira numa entrevista que chegou a pensar que Lionel Messi ficaria e jogaria de graça no clube espanhol.

Ao ser entrevistado pela rádio RAC1, além de falar sobre o atacante argentino, que foi para o Paris Saint-Germain, o dirigente confirmou sua confiança no técnico Ronald Koeman.

"Gosto muito do Messi para ficar chateado com ele, mas chega um momento em que as partes veem que não há como continuar, há uma certa decepção", afirmou Laporta.

"Ele queria ficar, mas mas também estava sendo pressionado pela oferta que lhe fizeram", acrescentou o presidente do Barça, destacando que "por um momento, esperava que Messi dissesse que jogaria de graça".

"Eu teria gostado e teria me convencido. Entendo que a LaLiga (entidade que organiza o Campeonato Espanhol) teria aceitado. Mas não podemos pedir a um jogador do nível de Messi para fazer isso", disse Laporta.

O presidente do Barcelona reiterou que nas finanças do clube, que registrou um prejuizo de 81 milhões de euros (565,4 milhões de dólares) na temporada passada e com uma dívida e compromissos futuros de 1,35 bilhão de euros (1,557 bilhão de dólares), "não havia margem" para manter o craque argentino.

"Tivemos as conclusões da auditoria (apresentadas na quarta-feira) e se ficássemos com Messi colocaríamos as contas em risco", acrescentou, lembrando que "o Barça está acima de qualquer jogador".

O dirigente expressou o desejo de prestar homenagem ao atacante no futuro, bem como ao jogador de basquete Pau Gasol, que na terça-feira anunciou sua aposentadoria das quadras.

Em relação a Ronald Koeman, após dias de incertezas sobre o futuro do treinador, Laporta reiterou sua confiança no holandês.

"A secretaria técnica trabalha todos os dias, mas em nenhum momento eu disse que Koeman não iria continuar. Acho que ele merece uma margem de confiança", declarou.

"A decisão é que Koeman continua. Quando as coisas não saem como você deseja, ficamos todos desanimados", explicou.

“Perguntei a ele se confiava na equipe. 'Claro que confio. Tenho de recuperar os lesionados', ele respondeu. Ele quer continuar a todo o custo e mostrar que esta equipe é competitiva”, concluiu.

gr/gh/lca

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