TIM, Claro e Vivo devem voltar a liderar disputa pela Oi

BRAZIL - 2020/02/17: In this photo illustration an Oi logo seen displayed on a smartphone. (Photo Illustration by Rafael Henrique/SOPA Images/LightRocket via Getty Images)
BRAZIL - 2020/02/17: In this photo illustration an Oi logo seen displayed on a smartphone. (Photo Illustration by Rafael Henrique/SOPA Images/LightRocket via Getty Images)

As operadoras TIM, Vivo e Claro devem assumir a liderança na corrida pela compra da rede móvel Oi na próxima semana, caso não seja renovado o direito de exclusividade nas negociações assinado entre a Oi e a Highline do Brasil, que expira na próxima segunda-feira (3).

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Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, a Highline (empresa especializada em infraestrutura de telecomunicações e controlada pela americana Digital Colony) desistiu de fazer nova oferta pelos ativos da operadora. Com isso, deve perder o direito de exclusividade, que passará para TIM, Vivo e Claro.

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A Oi avalia suas redes de telefonia e internet móveis, que reúnem 33,9 milhões de clientes, em ao menos R$ 15 bilhões. Em meados de julho, TIM, Vivo e Claro ofereceram R$ 15,1 bi, de acordo com a reportagem. A Highline deu um lance superior, e as três operadoras subiram a proposta para R$ 16,5 bilhões.

Em comunicado oficial, a Oi já disse que o novo lance do trio de operadoras "tem condições financeiras mais vantajosas". Já nos bastidores, não descarta nenhum proponente, e o comentário é de que o lance da Highline é "bom o bastante" para vingar. Isso porque o lance vencedor não será pautado apenas pelo seu valor.

TIM, Vivo e Claro vai fatiar as redes e os clientes da Oi entre si.

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