Timão rebate pedido de impeachment da oposição: 'Oportunismo eleitoral'


A manhã do Corinthians começou agitada quando o grupo "Frente Liberdade Corinthiana", que faz oposição ao atual mandato, protocolou um pedido de afastamento do presidente Andrés Sanchez na Justiça, alegando desrespeito ao estatuto e gestão temerária. A resposta do clube foi publicada já nesta tarde e o contra-ataque considerou a ação um oportunismo eleitoral.

Em nota oficial divulgada no site oficial do Timão a direção disse receber com naturalidade o pedido, mas disse estranhar a "forma marqueteira" com que se provoca o judiciário a fim de antecipar o processo das eleições, que acontecem no fim de novembro para a escolha de um novo presidente.

Além da ação na Justiça, o "Frente Liberdade Corinthiana" cobra explicações de Andrés Sanchez em relação a vários itens, como empréstimos, venda de Pedrinho ao Benfica, entre outros. O clube por sua vez, entende que há órgãos competentes o suficiente para responder a essas dúvidas.

Confira a nota oficial na íntegra:

"A administração do Sport Club Corinthians Paulista recebe com tranquilidade o evidente atropelo do Estatuto e o oportunismo eleitoral, que movem um grupo político rumo a um pedido judicial de natureza estranha e apressada.

Estranha porque o clube tem órgãos independentes aos quais cabe requisitar os devidos esclarecimentos à gestão executiva, notadamente o CORI (Conselho de Orientação) e o Conselho Deliberativo. Apressada porque, em meio a uma paralisação sem precedentes no futebol, provoca tribunais de forma marqueteira, sem qualquer zelo pela imagem do clube, com o único intuito de antecipar —em um semestre— o processo eleitoral interno"

Vale lembrar que o atual presidente Andrés Sanchez não pode concorrer a uma nova eleição para o cargo em novembro deste ano, portanto a corrida eleitoral está aberta. Sua chapa "Renovação e Transparência" está no poder desde 2007 e ainda não definiu um candidato para concorrer. Mário Gobbi, ex-presidente, e ex-aliado de Andrés, é o principal nome da oposição no pleito. Já o grupo "Frente Liberdade Corinthiana" não deve lançar candidatura própria.











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