Tiago Nunes, ex-Grêmio

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Tiago Nunes FOTO Silvio Avila/Getty Images
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No Dia de Tiradentes, Tiago Nunes foi anunciado no Grêmio. Um nome em que eu também apostaria pelo 2018-18 excelente que entregou no Atlhetico. Mas para trabalhar desde o primeiro dia, e não o inexplicável período sabático que pediu (e foi atendido...) para assumir o Corinthians bem depois de ter sido contratado. Para fazer trabalho decepcionante em Itaquera em 2020.

Tiago chegou além do sonho e da conta: oito jogos, oito vitória, o Gauchão 2021 na galeria de troféus.

Mais 12 jogos, apenas duas vitórias. Nenhuma nos 7 jogos iniciais do BR-21 em que deixou o clube na lanterna.

Apenas 74 dias. Aproveitamento bom de 58%. Mas preocupante no início do BR-21.

O problema não era só o desgaste de Renato Portaluppi, que de setembro de 2016 a abril de 2021 entregou a América e uma Copa do Brasil. O mais longevo trabalho dos últimos anos no país não se sustentou. E o sucessor, como quase sempre acontece em qualque lugar no futebol, expiou pecados que não são só dele.

Não vieram soluções. O futebol era realmete paupérrimo. Os resultados, do mesmo nível.

Sobrou para Tiago. Como sobrou para Ramírez. E sobra até pelo início do Juventude ser melhor do que da dupla Gre-Nal no Brasileirão.

Não é normal.

Mas é normal que a anormalidade triunfe mais do que o início comprometedor e desafiador e preocupante tricolor.

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