Termo fazendo piada com genitália de Bolsonaro viraliza após entrevista de Porchat

Redação Notícias
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O humorista também disse que o atentado ao Porta dos Fundos no ano passado não teria acontecido em outro governo (Foto: Reprodução/TV Cultura)
O humorista também disse que o atentado ao Porta dos Fundos no ano passado não teria acontecido em outro governo (Foto: Reprodução/TV Cultura)

Durante entrevista no programa Roda Viva, da TV Cultura, desta segunda-feira (21), o humorista Fábio Porchat criticou a atuação de Jair Bolsonaro (sem partido) na pandemia do coronavírus e fez uma piada com genitália do presidente. O termo “Bolsonaro Pau Fino” foi um dos mais comentados na internet na manhã de hoje (22).

“A gente não tem mais que falar que Bolsonaro é genocida, a gente tem que falar ‘o Bolsonaro tem pau fino’, porque aí chega nele, chega lá, é o que ele entende. A gente nivela o debate por baixo, que nem [fazemos] com criança”, afirmou o humorista, referindo-se a maneira como se deve tratar o presidente, na visão dele.

Após a declaração, diversas pessoas apoiaram a fala de Porchat nas redes sociais. “O Fábio descreveu brevemente o nível de ignorância desse presidente”, disse um usuário do Twitter. Memes com imagens do presidente também circularam pelas redes.

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Além disso, Porchat chamou atenção para a atuação de Bolsonaro durante a pandemia. Para ele, o governo se apropria do fato de que a população está vulnerável.

"Quando vem uma mente diabólica do mal para controlar essas pessoas, ele consegue pegar essa massa de manobra que é a nossa população, que sou eu, que é você, com a maioria de uma população pouco instruída. Então as pessoas estão muito carentes, elas precisam de qualquer coisa. E se qualquer coisa for a vacina que vai transformar em jacaré, então tá bom", explicou.

O humorista também disse que o atentado ao Porta dos Fundos no ano passado não teria acontecido em outro governo.

"Em outros anos já havíamos feito [o especial de Natal], e nunca aconteceu. Mudou o governo, entrou essa gente louca, que se diz religiosos e não são”.