Ter Miranda significa agregar qualidade, experiência e referência dentro de um elenco

Fabio Utz
·2 minuto de leitura

Idade, no futebol moderno, não é mais problema. E é por isso que grandes jogadores como Miranda, que construíram uma carreira com base em alto grau de profissionalismo, ainda podem, sim, ser considerados reforços de primeira linha para clubes como o São Paulo.

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Aos 36 anos, o atleta tricampeão brasileiro pelo Tricolor (2006, 2007 e 2008) se aproxima de um retorno ao Morumbi para ser, sem dúvida alguma, um expoente dentro do grupo. Ao que tudo indica, a questão física não é problema para um zagueiro que rodou a Europa - defendeu Atlético de Madrid e Inter de Milão nos últimos anos - e que, mais recentemente, vinha atuando pelo Jiangsu Suning da China.

Lintao Zhang/Getty Images
Lintao Zhang/Getty Images

O São Paulo carece de referências positivas nos últimos anos. De todas as formas, tentou montar elencos que não corresponderam e o deixam em uma fila de quase uma década sem qualquer tipo de título. Miranda chega para impor respeito, para mostrar que a camisa da equipe paulista ainda é pesada e capaz de atrair nomes que poderiam muito bem escolher outros destinos nos quais, certamente, a cobrança seria bem menor.

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Trata-se de um dos principais zagueiros que o Brasil produziu no século XXI. E o Tricolor, por vê-lo como um símbolo de uma era vitoriosa e como alguém capaz de agregar dentro e fora das quatro linhas, está muito certo em colocá-lo à disposição de Hernán Crespo.

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