Taylor Swift é proibida de cantar suas próprias músicas

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Foto: Reprodução/Instagram (@taylorswift)
Foto: Reprodução/Instagram (@taylorswift)

Taylor Swift não poderá cantar suas músicas antigas no American Music Awards, onde será homenageada como a artista da década. A cantora usou as redes sociais para desabafar a respeito da decisão de Scooter Braun, que comprou a gravadora que pertencia a Scott Borchetta, dona de seus seis primeiros álbuns.

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Segundo a loira, os executivos alegam que cantar as músicas agora seria o mesmo que regravar as canções antes da hora. O projeto dos empresários é fazer isso apenas no ano que vem. No Twitter, Taylor disse que sua intenção era misturar sucessos no show para agradar os fãs, mas não poderá passar por cima dos empresários.

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Na publicação, ela também reclamou o fato de não poder usar vídeos antigos de suas apresentações em um documentário sobre sua vida na Netflix. Revoltada, a cantora pediu para os fãs se mobilizarem. “Espero que talvez eles possam dar um pouco de juízo aos homens que estão exercendo um controle tirânico sobre alguém que só quer cantar as músicas que ela escreveu”, afirmou.

Swift disse que tem a impressão de que deve ser "uma boa menina e calar a boca, ou será punida", e que não pode mais falar sobre os dois empresários. Segundo ela, a proibição das músicas tem vigor até novembro de 2020 -após a data, ela passa a ter direito sobre elas.

Em julho deste ano, Swift usou as redes sociais para publicar uma carta aberta ao empresário Scooter Braun, que acabara de comprar a Big Machine Records, gravadora que detém a maioria das gravações da cantora.

A venda, segundo a revista norte-americana Variety, não teria sido informada à artista, que já tem um histórico de problemas com Braun --na carta publicada, ela diz que teria vivido anos de "bullying e controle obsessivo" sobre a sua carreira, e que por isso está "triste e atordoada" com a novidade.

"Por vários anos eu pedi e implorei por uma chance de ser dona do meu próprio trabalho. Ao invés disso, eu tive a oportunidade de renovar com a Big Machine Records e 'ganhar' um álbum de volta de cada vez, um para cada novo que eu entregasse. Eu fui embora porque sabia que uma vez que assinasse esse contrato, Scott Borchetta venderia a gravadora, vendendo assim a mim mesma e o meu futuro", escreveu à época.

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