Saiba por que a diabetes gestacional levou Tatá Werneck à cesariana

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(Reprodução/Instagram/@tatawerneck)
(Reprodução/Instagram/@tatawerneck)

A atriz e apresentadora Tatá Werneck deu luz à sua primogênita, Clara Maria, em outubro deste ano. Depois de apresentar a bebê ao mundo nas redes sociais, ela foi duramente criticada pelo “tribunal das redes sociais” por ter revelado que a pequena nasceu por meio de cesariana. Mas ela teve um sério motivo: diabetes gestacional.

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Nível de glicose pode aumentar durante a gravidez

O organismo da mulher sofre diversas alterações durante o período de gestação e, em alguns casos, há mudanças que podem trazer riscos à vida do bebê e da própria mãe. Diabetes gestacional é uma das complicações que podem acontecer. 

A doença pode se desenvolver quando o nível de glicose no sangue aumenta consideravelmente durante o período de gestação. Por isso, é recomendável a grávida sempre fazer exames pré-natais para controlar o nível de glicose no sangue durante esse período e, se necessário, fazer uma dieta específica.

Cesária de Tatá Werneck é recomendada pela OMS 

De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), recomenda-se a realização de cesariana apenas se o parto normal oferecer risco à saúde da gestante e do bebê. No caso da diabetes gestacional, essa é uma das condições em que a cesariana é recomendada: por conta da condição, o bebê pode ficar com mais de 4 quilos, o que inviabiliza o parto normal.

Doenças pré-existentes também justificam a cesariana 

Além de outras complicações com o bebê que podem ocorrer por conta do diabetes na gestação, como a hipoglicemia, dificuldades respiratórias, quedas nos níveis de cálcio e icterícia.

Doenças pré-existentes e não controladas durante a gravidez, como hipertensão, doenças cardíacas, insuficiência renal e lúpus, também são cenários em que o parto cesariana é recomendado.

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