Tande coloca Brasil como favorito ao ouro e não vê preparação prejudicada por ausência de Renan

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Seleção Brasileira comemora o título da Liga das Nações (FIVB)
Seleção Brasileira comemora o título da Liga das Nações (FIVB)

Um dos principais nomes da história do vôlei masculino do Brasil, Tande não esconde a sua empolgação com a equipe comandada por Renan Dal Zotto. Hoje comentarista da Rede Globo, ele coloca os atuais campeões olímpicos como um dos favoritos ao título, em Tóquio, exaltando o desempenho no título da Liga das Nações.

- O Brasil está muito bem encaminhado. Temos grandes jogadores, onde os 12 têm condições de serem titulares. Todos dão conta do recado. Chega como favorito, como um dos três melhores. Teve um ótimo desempenho na Liga das Nações, onde conquistou o título, mas com um propósito muito maior, que era jogar pelo Renan. Depois de lutar pela vida, ao ficar muito tempo internado, a seleção vai ter esse diferencial, de tê-lo novamente.

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Embora não tenha contato com o técnico Renan Dal Zotto, que ficou 36 dias internado lutando pela vida, por conta da Covid-19, Tande acredita que a preparação do Brasil não foi prejudicada.

Para o ex-jogador, a seleção brasileira já tem uma metodologia de trabalho formada, que foi construída ao longo de anos, por outros técnicos, além disso, a comissão técnica já trabalha junta há muito tempo e segue a mesma linha.

- A ausência do Renan não prejudicou a preparação do Brasil, porque já existe um DNA do vôlei nacional. Ele vem desde o José Roberto Guimarães, Bebeto de Freitas, Jorjão e depois o Bernardinho. E o Renan fazia parte da comissão técnica do Bernardinho, junto com o Ricardo Tabach. Querendo ou não, já há uma metodologia na comissão técnica. Isso vem de anos e anos e vai deixando um legado grande para as novas gerações. Por isso, não se sentiu tanto. O Schwanke jogou na minha época. Ele era o treinador de bloqueio e assumiu na Liga das Nações, com Ricardo Tabach, sem sentir a pressão.

Sobre os principais adversários na luta pelo quarto ouro olímpico, Tande coloca Estados Unidos, Polônia, França e Eslovênia em destaque.

- Os Estados Unidos foram para a Liga das Nações com um time cheio de reservas e, agora, chegarão com os titulares. Eles priorizaram os treinamentos e não a rodagem do campeonato. Eu acho muito importante jogar um campeonato forte, antes de uma Olimpíada ou Mundial. Além dos americanos, também tem Polônia, França e Eslovênia, com uma proposta de jogo bem diferente. A Rússia também chega. A Itália está um pouco atrás, mas tem muita tradição. O Japão tem uma seleção bem interessante, pela primeira vez, e o Irã tem a sua melhor geração.

Durante o período como jogador de vôlei, Tande era um ponta-passador, posição que, atualmente, é ocupada por Leal e Lucarelli, na seleção brasileira. O comentarista vê o Brasil muito servido com os seus substitutos e os coloca como destaques na equipe verde e amarela.

- A seleção está muito bem com eles. A entrada do Leal ajudou bastante a seleção brasileira. O grande problema dele era melhorar o passe. Ter ido para a Itália ajudou demais. É um jogador muito diferenciado, assim como o Lucarelli, que também cresceu muito atuando fora. Não podemos esquecer que também temos o Douglas, que vem por fora e está voando. Ele entra e da conta do recado.

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