Após brigas com a mulher, ele criou o 'Rappi do interior' e faturou mais de R$ 200 mi

Diego Santiago, um dos fundadores do Taki - conhecido como o "Rappi do Interior"(Foto: Divulgação)
Diego Santiago, um dos fundadores do Taki - conhecido como o "Rappi do Interior"(Foto: Divulgação)

Por Melissa Santos

Diego Santiago empreende desde pequeno. Na adolescência, sempre procurava por algo que pudesse vender. Na vida adulta, começou a trabalhar com franchising e chegou a viajar por mais de 200 cidades para fazer consultoria para franqueados. Mas foi depois de algumas brigas em casa que ele e o sócio idealizaram o aplicativo Taki, uma espécie de Rappi do interior. 

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"Minha esposa vivia brigando comigo porque eu ia no supermercado e comprava os produtos errados ou esquecia de algo. Analisamos os grandes apps que já existiam e identificamos que nenhum deles atendia bem os supermercados e resolvemos investir na ideia", conta. 

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A plataforma permite comprar em supermercados, farmácias, hortifrutis e ações com a possibilidade de escolher o melhor horário para receber as compras. O piloto começou em 2018 com uma rede de três supermercados em Barbacena, em Minas Gerais. A demanda os fez optar por um modelo de franquia.

O plano de expansão é mirar nas pequenas cidades ou periferias de cidades grandes onde os grandes aplicativos não tem força de atuação. “Com franqueados nativos da região, ele já tem o networking local para que as lojas queiram ter seus produtos no app, além de ajudar com o treinamento desses parceiros e etc.”, explica

Para se cadastrar no Taki, o lojista não precisa pagar para criar a sua loja virtual. Ele só paga um percentual referente às vendas dos seus produtos na plataforma, que varia de 2% a 10%, dependendo do ramo do comércio.  

“Nós funcionamos como um marketplace, onde eles colocam seus produtos no sistema sem qualquer custo de adesão ou mensalidade pela operacionalização do espaço. Apenas as taxas administrativas sobre as vendas, que são bem menores do que dos grandes apps”, fala.

A entrega dos pedidos feitos por meio do aplicativo é de responsabilidade do comerciante. “Essa é uma modalidade boa para os que já contam com moto entregadores, além de uma maneira do estabelecimento manter o contato mais próximo com o cliente. Mas também temos feito parceira com empresas logísticas locais e os comerciantes podem optar por elas”, afirma.

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