Sylvinho defende trabalho no Corinthians e diz: 'Quem assinava que buscaríamos vaga na Libertadores'?

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Após a derrota por 3 a 0 para o Atlético-MG, sofrida na noite desta quarta-feira, no Mineirão, Sylvinho não escondeu a decepção com o resultado amargado pelo Corinthians. Porém, ele exaltou o trabalho que vem realizando junto com a sua comissão técnica há pouco mais de cinco meses e valorizou a mudança de cenário do clube, que anteriormente era cotado como um dos candidatos a lutar contra o rebaixamento à Série B do Campeonato Brasileiro.

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O treinador ressaltou a atual situação do Alvinegro na competição ao ser questionado sobre como fará para reanimar a sua equipe e também para conquistar a confiança do torcedor nele próprio para o duelo diante do Cuiabá, neste sábado, às 21h, na Neo Química Arena, pela 32ª rodada do torneio.

- O importante é os atletas performarem, se sentirem bem, todo esse planejamento curto (para o jogo de sábado), e tão curto, que a gente consiga desenvolver a pontuação que ali está e a gente consiga continuar desenvolvendo o trabalho. O importante é o nosso ambiente interno ser muito bom e os atletas acreditarem em tudo isso que está ocorrendo - disse Sylvinho, em entrevista coletiva, na qual em seguida lembrou sobre a mudança de situação do time depois de sua chegada ao clube, no final de maio.

- Volto a dizer, esse cenário, há três, quatro meses, eu queria saber quem é que assinava embaixo e diria que iríamos buscar uma vaga direta na Libertadores? E estamos buscando sexto, quinto lugar, sétimo, não sei. Esse não era o cenário externo. E nós estamos construindo ele. O Corinthians está ali, em sexto lugar, em sétimo, querendo buscar quinta, quarta (posição), e estamos lutando pelo nosso objetivo - completou o comandante do Alvinegro.

Para manter a confiança em uma reação contra o Cuiabá, no sábado, Sylvinho também prometeu muito trabalho nestes dois próximos dias e enfatizou que continua se dedicando ao máximo para poder entregar os melhores resultados. E ele salientou ainda que segue com respaldo de todos no clube para permanecer à frente do Timão, independentemente da derrota desta quarta.

- O trabalho, os pontos, a entrega, eu me preocupo demais com o dia a dia. São 12, 14 horas de trabalho por dia. O que podemos fazer é ficar o dia inteiro no CT trabalhando em várias frentes, estamos fazendo isso... Tenho uma grande harmonia com a diretoria, com o presidente (Duílio Monteiro Alves), com os atletas, o que é importantíssimo - disse o treinador, para na sequência também lembrar do peso que significa contar com a confiança dos seus jogadores.

- O entendimento deles com relação ao trabalho, haja vista tantas entrevistas que acabam saindo e que me falam, é o de que os atletas reconhecem o nível que você têm de trabalho, o quanto que vocês (da comissão técnica) fazem. E tudo isso me satisfaz com relação ao lado pessoal, mas pelo lado coletivo, corporativo, a gente quer buscar mais. E essa camisa exige isso. E eu conheço muito bem essa camisa - lembrou o ex-lateral-esquerdo, que teve trajetória vitoriosa pelo Corinthians na segunda metade da década de 1990.

Com a derrota desta quarta-feira, o Corinthians estacionou nos 47 pontos e ocupa a sexta posição do Campeonato Brasileiro. O Fortaleza, que em outro duelo da noite empatou por 1 a 1 com o São Paulo, ocupa hoje o quarto lugar, com 49 pontos, mesma pontuação do Bragantino, o quinto colocado. Este último foi derrotado por 2 a 0 pelo Santos, também em duelo nesta quarta.

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