Sylvinho celebra sucesso com as suas substituições no Corinthians e exalta Cantillo após colombiano decidir jogo

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Depois de ver o Corinthians sofrer para engrenar no primeiro tempo do duelo deste sábado contra o Fortaleza, na Neo Química Arena, o técnico Sylvinho promoveu as entradas de Gustavo Mosquito, Cantillo e Jô na etapa final, quando estes dois últimos jogadores acabaram participando da jogada que resultou no gol da vitória, marcado pelo colombiano após o atacante fazer o pivô, proteger a bola e dar a assistência para o companheiro balanças as redes.

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O gol do Alvinegro, aos 41 minutos do segundo tempo, ocorreu após Cantillo e Jô terem entrado nos respectivos lugares de Du Queiroz e Gabriel Pereira no decorrer deste período do duelo. Já Mosquito foi colocado em campo por Sylvinho já após o intervalo, substituindo Gabriel Pereira, e o jogador conseguiu dar mais movimentação ao ataque e uma boa opção pelo lado direito ofensivo.

Ao ser questionado sobre a atuação de Cantillo, o treinador corintiano chegou a ser irônico ao comentar o fato de que sempre acaba sendo alvo de críticas ao utilizar ou ao não o jogador. E aproveitou para também lembrar a importância do volante Gabriel, que recentemente chegou a perder a titularidade para o colombiano, mas recuperou seu posto no time.

- Quando coloquei Cantillo recebi muita crítica, quando eu tiro o Cantillo eu também recebo. Cantillo vem jogando num tripé de meio-campo desde a terceira rodada. Ficou fora um ou outro jogo, teve alguma pequena lesão, até certo momento em que o time vai encontrando corpo - afirmou Sylvinho, para em seguida comentar o papel do outro jogador do meio-campo alvinegro.

- E quando a gente fala, não é só o setor de meio-campo analisado . Gabriel volta e dá conta. Cantillo fez ótimos jogos, foi muito bem contra Bragantino e Palmeiras. Depois, por outra situação, não só de meio-campo, mas de time, houve importância do Gabriel. E hoje mais uma vez o Cantillo entrou e respondeu positivamente. É um dos titulares deste time - completou.

Sylvinho ainda qualificou como "ótima" a atuação de Gustavo Mosquito, "desfrutando dos espaços nos campo", destacou que Jô deu maior "sustentação" ao ataque e enfatizou que Cantillo melhorou a qualidade da saída de bola no meio-campo, deixando a mesma "menos nervosa". O comandante ainda disse que o colombiano faz isso "excepcionalmente bem".

PACIÊNCIA PARA DE NOVO CHEGAR À VITÓRIA

Se na última segunda-feira o Corinthians conquistou uma vitória sobre a Chapecoense com um gol marcado por Róger Guedes no último lance do jogo, neste sábado o triunfo sobre o Fortaleza também veio com Cantillo balançando as redes no fim. E a paciência foi exaltada por Sylvinho como uma qualidade que o seu time teve nos dois confrontos para conseguir alcançar os triunfos.

- A paciência é uma virtude difícil porque quando esse gol não vem rápido, ou não vem no primeiro tempo, não que tenhamos tido cinco ou seis oportunidades de gol, mas de duas a três estivemos próximos, rondando, e ele não sai, à medida que ele não sai, sim, você tem que ter paciência. E apressar o jogo é uma coisa que provoca o erro de passe. A minha análise do jogo no primeiro tempo é de que nós apressamos demais, e a gente não conseguia fazer um gol, jogar na área do adversário, sufocá-lo. Nós começamos a apressar jogadas, começamos a ter erros técnicos, atletas de alto nível começaram a apressar jogadas e errar passes e isso não nos dava condições de permanecer com a bola - opinou o treinador, para em seguida enfatizar como a perseverança fez a diferença para que o seu time voltasse a vencer em casa.

- Já no segundo tempo, a paciência começou a ocorrer, e nós tínhamos que desenvolvê-la, e não tinha outro jeito, porque do outro lado tem um adversário potente, forte, qualificado, e se você continuar errando, mais chances você dá para o adversário fazer transições e chegar no seu campo, então foi uma grande virtude do time continuar lutando, as alterações foram muito bem feitas, potencializaram o time, mas a virtude é dos atletas em campo sempre. Essa paciência eles tiveram. O estádio, mais uma vez cheio, nos ajudou muito - reforçou Sylvinho, se referindo ao fato de que a Neo Química Arena já havia recebido um grande público na vitória por 1 a 0 sobre a Chapecoense.

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