Surfistas disputam futuro do Brasil no Challenger Series

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Miguel Pupo é um dos nomes mais conhecidos do Brasil na competição. Foto: Kenny Morris/World Surf League via Getty Images
Miguel Pupo é um dos nomes mais conhecidos do Brasil na competição. Foto: Kenny Morris/World Surf League via Getty Images

Em quatro etapas, 96 surfistas de 22 nacionalidades diferentes disputam 18 vagas (12 no masculino/6 no feminino) no “tour dos sonhos” em 2022.

Entre os homens, o Brasil tem 20 surfistas. Desde os mais conhecidos, como os “comentaristas olímpicos” Alejo Muniz e Miguel Pupo até os novatos Lucas Vicente, campeão da categoria Pro Junior (2021). Ocupando quase 20% da divisão de acesso ninguém tem mais concorrentes às 12 vagas no tour do que os brasileiros.

Entre as mulheres, a realidade é diferente. Apenas três surfistas representarão o Brasil: Silvana Lima que esteve nas Olimpíadas e também é frequentadora do “Tour dos Sonhos” e a campeã de uma etapa do Brasileiro Feminino de Surfe em 2020. Outra “meio brasileiro-meio gringa”, Anne dos Santos nasceu no Brasil, mas tem cidadania australiana e treina em uma das melhores ondas do mundo, nas Maldivas.

Bianca Summer Macedo nasceu e surfou em Maui, mas com o pai brasileiro, a garota de 20 anos escolheu representar o Brasil.

ABERTURA - US Open Huttington Beach

A reta final pelo acesso à elite começa na Califórnia, mesmo lugar onde o tour dos sonhos terminou em 2021.

Em 60 km ao norte de Trestles, Huttington Beach recebe, anualmente, o Aberto de Surfe dos Estados Unidos. Um evento que une a atmosfera dos dois esporte radicais (e agora olímpicos): o surfe e skate. Veja mais detalhes aqui.

Você pode assistir as finais neste final de semana, com transmissão ao vivo no YouTube da Liga Mundial de Surf.

Para o Brasil, o início do campeonato foi marcado pela saída de Petterson Crisanto por lesão e também eliminação discutíveis como a Caio Ibelli que ameaça até abandonar a carreira

Dos 20 que entraram na disputa, o Brasil ainda tem Alex Ribeiro, que ficou fora dos 20 primeiros da elite, Lucas Silveira que atua como freesurfer, mas já competiu em algumas etapas e a revelação do campeonato, o paulista Ed Groggia

PORTUGAL, FRANÇA & HAVAÍ

Assim como em uma onda, a primeira etapa não parece tão promissor em Huntington Beach, mas as coisas devem esquentar nas três etapas seguintes. Estarão em jogo 30 mil pontos (10.000 por etapa) e o calendário terá ondas consistentes em Ericeira (Portugal) e Hossegor (França) até terminar nas lendárias ondas do Havaí, em Haleiwa (ilha de Oahu).

Veja calendário:

MEO Vissla Pro Ericeira POR/Ribeira D'Ilhas - de 2 a 10 de outubro

Quiksilver Pro France FRA/Hossegor - de 16 a 24 de outubro

Haleiwa Challenger EUA/ Hawaii - de 26 de novembro a 7 de dezembro

Obs: todas as transmissões podem ser vistas através do site ou canal do YouTube da WSL.

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