Surfe: no feminino, Tatiana Webb vai em busca do inédito título mundial

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Se o circuito mundial masculino de surfe começa marcado pela ausência de Gabriel Medina, ao menos nas etapas iniciais, no feminino todos os principais nomes estarão na disputa. Nesta temporada, pela primeira vez mulheres e homens competirão juntos em todas etapas, o que marcará a estreia delas em Pipeline, evento que abre o tour a partir deste sábado.

Atual campeã mundial e dona de cinco títulos, Carissa Moore novamente desponta como favorita. A havaiana de 29 anos, ouro nos Jogos de Tóquio, combina talento, estilo e força em seu surfe e manobras, e tem reais chances de igualar ou até superar as maiores vencedoras do esporte. As australianas Layne Beachley e Stephanie Gilmore possuem sete títulos.

Stephanie, de 33 anos, continua no circuito e é sempre uma candidata ao topo do pódio. Em Pipeline, porém, ela corre o risco de não competir, pois foi diagnosticada com Covid na noite de quinta-feira.

O Brasil segue atrás do sonhado inédito título no feminino. No ano passado, Tatiana Weston-Webb bateu na trave, ficando com o vice-campeonato após ser superada por Carissa no WSL Finals, em Trestles, na Califórnia. Aos 25 anos, a havaiana naturalizada brasileira vem ganhando em maturidade, e é uma real candidata ao troféu.

- É incrível fazer parte de um momento tão fantástico para o surfe feminino, 2022 será lembrado como o primeiro ano que teremos um circuito completo combinado, com homens e mulheres competirem juntos em todos os eventos - disse Tatiana.

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