Surfe: Caio Vaz representa o Brasil no The Ultimate Waterman

Carioca entra em ação a partir deste sábado, na Nova Zelândia; competição reúne os oito melhores atletas em modalidades de surfe

Um grande desafio na água. É isso o que Caio Vaz tem pela frente a partir deste sábado. Pelo segundo ano consecutivo, ele é o representante brasileiro no The Ultimate Waterman, evento que promove a competição entre oito atletas em diferentes modalidades de surfe ao longo de nove dias. Os cenários das disputas são as praias e baias da Nova Zelândia. Ao final, apenas um atleta será coroado como o "homem da água".

Caio Vaz é bicampeão mundial de Stand Up Paddle Surf (2015 - 2016) e tem experiência no mar desde os quatro anos de idade, quando começou sua trajetória em esportes aquáticos incentivado por seus pais. Assim, a diversidade das competições no The Ultimate Waterman não o assunta. No ano passado, o carioca estreou pelo evento e conquistou a sexta colocação. O conhecimento adquirido na última edição aliados aos fortes treinamentos animam o representante brasileiro.

- Venho me preparando para o evento desde janeiro, focando nos treinos de endurence no Rio de Janeiro com o Marcelo Esquilo. Depois passei uma temporada no Havaí, onde aprimorei o surfe de pranchinha, longboard e stand up. Também estive em Mavericks, e por lá só peguei bomba. Foi ótimo para aprimorar o surfe em ondas grandes. Então estou pronto para me sair bem na competição e representar o Brasil, o que é sempre motivo de muito orgulho para mim - comenta Caio.

Surfe de pranchinha, longboard, SUP Surf e em ondas grandes, além de corrida de canoa havaiana, stand up paddle, paddleboarding e natação subaquática (apneia), são as oito modalidades em disputa no evento.

- Acredito que meu ponto forte esteja nas competições de ondas, mas treinei bastante a categoria endurance para ter um resultado melhor do que tive em 2016 - afirma Vaz.

O The Ultimate Waterman apresenta peculiaridades especiais. As disputas pela coroa de campeão do evento são intensas, mas a amizade entre os competidores e o aprendizado cultural despertam o interesse de Caio Vaz. No torneio, o brasileiro tem a companhia de Daniel Kereopa (Nova Zelândia), Connor Baxter (Havaí), Manoa Drollet (Taiti), Coco Nogales (México), Jackson Maynard (Austrália), Chuck Glynn (Estados Unidos) e Zane Schwitzer (Havaí).

- Uma das coisas mais legais que tem no evento é a vibe do lugar e entre os competidores. É muito respeito, muita convivência. Uma experiência sempre inesquecível. Além disso tudo, ainda tem a paisagem. Já começo a ficar maravilhado desde a janela do avião, quando sobrevoa os locais de competição. O país inteiro é lindo. Estou focado em conseguir o melhor resultado possível, dar o melhor de mim em cada competição, mas também quero aprender sobre a cultura Maiori e fortalecer minhas amizades por aqui - diz o brasileiro.











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