Pela décima segunda vez consecutiva, Osasco está na final da Superliga

A vitória garantiu o Osasco pela 12ª consecutiva na final da Superliga! Com determinação para matar o confronto, a equipe entrou em quadra, derrotou o Campinas e chegou a mais uma decisão da competição. As cinco campeãs olímpicas da equipe da grande São Paulo fizeram incontestáveis 3 sets a 0 (25/19, 25/16, 25/ ), fora de casa, e agora aguardam o vencedor de Rio de Janeiro e SESI-SP.

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Em jogo decisivo é preciso aproveitar todos os pontos fortes da equipe. O Osasco tirou o melhor de todas as atacantes. E para conseguir extrair o melhor foi preciso uma levantadora em dia inspirado. Fabíola, que recebeu o prêmio de jogadora em quadra, dividiu bem a responsabilidade. Fernanda Garay terminou o jogo com 12 pontos, Adenizia com 13, Sheilla com 11 e Thaisa com 12:

"Fabíola é um exemplo de pessoa de atleta, nunca desiste. É chato, todas as jogadoras pedem bola o tempo inteiro, mas ela sabe administrar. Ela é o ponto forte da nossa equipe, uma das melhores do mundo e merece viver tudo isso que está vivendo" comentou a ponteira e capitã Jaqueline.

Dez entre dez especialistas apontava o Osasco como favorito a vaga na final. O time não tremeu com o favoritismo e desde o 1º set dominou a partida. No início do jogo, a torcida tentou igualar as forças dentro de quadra, mas, no fim da primeira parcial, a experiência, os 7 erros da equipe de Campinas e os 3 aces fizeram a diferença. A vitória acordou as jogadoras que vibraram como se fosse o título olímpico: 25/19.

Como a partida era decisiva para o Campinas, era hora do "tudo ou nada". A levantadora Fernandinha, que sofre com um problema nas costas, entrou no sacrifício. A jogadora, que também conquistou o ouro em Londres, se esforçou e chegou a igualar as forças. Até o segundo tempo técnico (quando um dos times chega a 16 pontos), o Campinas conseguiu equilibrar o jogo.

Mas, mais uma vez, a experiência e a força do ataque da Thaisa, maior pontuadora do set com 5 pontos, foram decisivas. Por outro lado, as comandadas de Zé Roberto Guimarães sentiram a pressão. O Osasco aproveitou e fechou em 25/13, com incríveis 13 pontos de ataque. '

A última parcial era matar ou morrer, para o Campinas. A torcida gritou e incentivou. A equipe se incendiou e igualou o jogo. Vasileva tentou. Ramirez também. Waleswka se esforçou. Mas o máximo que o Campinas conseguiu fazer foi assustar. Na hora decisiva, a força da equipe do Osasco prevaleceu e venceu por 25/23.

"Parabéns para as meninas, para toda comissão técnica. A Superliga está cada vez mais difícil e manter essa tradição de chegar a décima segunda final consecutiva é complicado. Isso é fruto de trabalho. Está todo mundo de parabéns! Vamos comemorar um pouco, mas já vamos pensar nessas três semanas para pensar na final" comentou o técnico Luizomar de Moura.

Rio de Janeiro e SESI entram em quadra amanhã e o Osasco vai poder ver de camarote essa decisão, mas não quer escolher adversário.

"Nessa hora não dá para escolher. Fizemos o nosso trabalho, vamos ver. Período longo de treinamentos, vamos tentar fazer alguns amistosos. Essa parada dificulta o ritmo de jogo, mas vamos nos preparar para mais essa final" analisou Jaque.

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