Sport terá cláusulas contratuais contra preconceito

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Preconceito não será mais tolerado entre colaboradores do Sport. Foto: Renato Spencer/Getty Images
Preconceito não será mais tolerado entre colaboradores do Sport. Foto: Renato Spencer/Getty Images

O Sport anunciou nesta segunda-feira (22) que fará ações voltadas para a diversidade e inclusão. A informação foi dada pela diretora de Diversidade e Inclusão do clube, Roberta Negrini.

Segundo Roberta as mudanças serão “uma plantação de sementes do que pode ser uma instituição esportiva, inclusiva e diversa”. A diretoria escolhida em julho deste ano, após a vitória da chapa que preside o clube atualmente, já existia desde o ano passado, mas ganhou notoriedade com um caso de preconceito contra o ex-BBB, Gil do Vigor.

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“A vice-presidência de Inclusão e Diversidade foi uma cadeira estruturada bem antes disso acontecer. Então ela não é uma resposta ao episódio, mas uma crença do Executivo de que é uma pauta importante, em um clube histórico, machista. Mas não é só o Sport, a maioria do Brasil e do mundo são”, disse Roberta.

A ação visa incluir cláusulas em contratos trabalhistas visando coibir funcionários do clube que forem preconceituosos.

“Todos os contratos de colaboradores e atletas em 2022 tem cláusulas anti racistas e anti homofobia. No nosso caso iremos além da questão do racismo e também da homofobia. Não admitimos que isso ocorra nos nossos ambientes”, completou.

Mas não foi só o anuncio das mudanças nos contratos de colaboradores do rubro-negro pernambucano que chamaram a atenção. Outras causas também terão um olhar diferenciado do clube.

“Temos processos para receber um cadeirante, mas que não são divulgados. Então a ideia é que façamos uma cartilha que possa chegar a todos os interessados. E que recebamos cada vez mais cadeirantes no nosso clube… temos um projeto, estamos preparando o clube não só para receber, como atuar no esporte e promover a inclusão do autista dentro do nosso convívio. Um projeto que ainda estamos desenhando, grande. Pernambuco tem 150 mil crianças autistas e achamos que é um dever nosso acolher nossas crianças”, finalizou a diretora.

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