'Sou o melhor', diz Djokovic após vencer Wimbledon e se igualar a Federer e Nadal

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O sérvio Novak Djokovic diante do quadro com todos os vencedores do torneio individual masculino de Wimbledon
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Novak Djokovic, que neste domingo venceu o torneio de Wimbledon pela sexta vez igualando a conquista de 20 Grand Slams de Roger Federer e Rafael Nadal, declarou em entrevista coletiva que se considera "o melhor".

Pergunta: Você sentiu uma pressão especial devido à possibilidade de ganhar seu 20º Grand Slam e ficar perto de vencer todos os quatro principais torneios do circuito em um ano?

Resposta: "Com certeza! Fiquei um pouco mais nervoso do que de costume, especialmente no primeiro set. Depois me senti aliviado. Claro que não foi bom perder (o primeiro set), mas eu queria que terminasse e para conseguir acertar a bola como esperado. No segundo set, senti que estava controlando o jogo. Às vezes, estava muito na defensiva, muito lento em comparação com o que normalmente faço, especialmente nas bolas de devolução, muito lento. Provavelmente por conta do nervosismo em relação a esta decisão, uma final em Wimbledon com a história como pano de fundo".

P: Você se considera o maior jogador da história do tênis na era Open - desde 1968-?

R: "Eu me considero o melhor. Se sou o melhor de todos os tempos, é um debate que deixo para os outros. Já disse, é muito difícil comparar as diferentes épocas do tênis. As raquetes são diferentes, a tecnologia não é a mesma, Tampouco as bolas, as quadras ... As condições são simplesmente muito diferentes e é muito difícil comparar o tênis de 50 anos atrás com o de hoje, mas tenho muito orgulho de fazer parte desse debate."

P: Em que ponto você achou que o recorde de títulos de Federer e Nadal em Grand Slams seria possível?

R: "Provavelmente comecei a pensar nisso dois ou três anos atrás. Parecia intocável antes."

P: Quando você joga uma partida como esta final de Wimbledon, com todos os seus desafios, você pensa no aspecto histórico ou apenas no presente?

R: “É uma luta permanente em quadra para me manter no momento presente. Muitas vezes sinto emoções e tenho pensamentos que me remetem ao passado, um arrependimento por não ter jogado algumas bolas ou pontos de uma forma ou de outra. também pode ser uma projeção: 'E se isso acontecer ...' Então eu sempre tenho que me forçar a ficar no presente. Quando consigo fazer as coisas da maneira mais simples, que é apenas uma partida de tênis, que é apenas seguir em frente, jogo meu melhor tênis. É quando o espírito começa a se mover entre o passado e o futuro que me coloco em tensão e sucumbo à pressão. É verdade que senti um pouco mais de pressão antes da semifinal e na final, mais tensão. Sei que a história estava em jogo, mas tentei não pensar muito nisso. "

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