Com desfalques em série, São Paulo encontra 'solução' nos jogadores revelados na base

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O São Paulo vive um momento delicado na temporada. Sofrendo muitos desfalques de jogadores importantes, o time precisa encontrar soluções dentro do elenco para manter um bom nível de atuações. Nas últimas partidas, Crespo parece ter achado boas opções entre os jovens atletas revelados pelo clube.


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A base é utilizada pelo treinador desde o Paulistão, quando Luan, Gabriel Sara e Liziero formaram o meio de campo da equipe, além de boas atuações de Galeano, Igor Gomes, Welington, Rodrigo Nestor e Talles, que geralmente ficavam entre os reservas do time.

Com o número de desfalques crescendo exponencialmente depois do início do Brasileirão, os atletas revelados em Cotia começaram a ganhar ainda mais importância. É o caso do zagueiro Diego Costa, que, ao lado de Bruno Alves, substituiu a dupla Miranda e Arboleda em algumas ocasiões nas primeiras rodadas da competição.

Na última terça-feira (13), no empate por 1 a 1 contra o Racing, da Argentina, pelas oitavas de final da Libertadores, nove jogadores revelados pelo São Paulo entraram em campo, sendo seis deles titulares do time.

Na escalação inicial, Diego Costa, Luan, Liziero, Rodrigo Nestor, Weligton e Igor Gomes foram os representantes de Cotia. Ao longo do jogo, Gabriel Sara, Talles e Marquinhos, entraram em campo.

Dos seis atletas da base são-paulina titulares, três substituíram algum desfalque. Diego Costa entrou na vaga de Miranda (lesionado) e de Bruno Alves (suspenso), Rodrigo Nestor substituiu Benítez (poupado, entrou no segundo tempo) e Igor Gomes substituiu Rigoni (lesionado).

Dos outros três, Luan e Liziero são jogadores fixos do time titular, enquanto o lateral Welington foi opção no lugar de Reinaldo.

Ao longo do jogo, Gabriel Sara substituiu Liziero, Talles substituiu Rodrigo Nestor e Marquinhos substituiu Vitor Bueno, que já havia saído do banco para substituir Eder, que se lesionou no primeiro tempo.

Com essa escalação, a idade média do time titular do São Paulo na partida de mata-mata da Libertadores foi de 24,5 anos, com somente cinco jogadores acima da idade de 23 anos. Ao fim da partida, no momento mais nervoso do jogo, a idade média do time era de 23,3 anos, devido aos jovens que entraram no decorrer do segundo tempo.

Os jogadores mais novos podem agregar intensidade, leveza e velocidade ao time, fatores muito bem vindos principalmente no ataque. Porém, em contrapartida, em uma partida de decisão na Libertadores, contra um time experiente, a falta de experiência e maturidade dos atletas é marcante para o desempenho do time, devido à alta carga emocional do jogo.

Marquinhos, por exemplo, defendia o sub17 do São Paulo até fevereiro deste ano, enquanto Welington e Talles estrearam pelo profissional ainda no começo deste ano.

Com jogadores jovens mostrando serviço, mas ainda sofrendo oscilações e algumas dificuldades naturais para jogadores mais novos, o São Paulo tenta de qualquer maneira driblar os desfalques e se manter vivo na Libertadores, além de querer subir na tabela do Brasileirão.

Com muitas dúvidas e muitos jogadores de fora, o treinador Hernán Crespo terá que se esforçar para a próxima partida da equipe, neste sábado (17), às 17h, no Morumbi, contra o Fortaleza, pela 12ª rodada do Brasileirão.

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