Sob o comando de Abel Ferreira, Rony participa de um gol por jogo no Palmeiras

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Segunda maior contratação da história do Palmeiras, Rony chegou cercado de grandes expectativas, mas pouco entregou sob o comando de Vanderlei Luxemburgo.

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Por característica, o camisa 11 se beneficia de uma equipe que joga com intensidade. Estilo esse que não correspondia ao Palmeiras de Vanderlei Luxemburgo, que era armado com três volantes de essência e, portanto, desempenhava um ritmo mais cadenciado.

Para se ter uma ideia, com a antiga comissão técnica, Rony atravessou o maior jejum da sua carreira. Foram 21 partidas sem marcar até que, diante do Bolívar, o atacante foi à rede para fechar a goleada por 5 a 0, no Allianz Parque.

Esse gol, inclusive, foi o único que ele fez na Era Vanderlei Luxemburgo. Levando em consideração as três assistências nesse mesmo período, Rony teve uma média de 0,16 participações em gols por jogo.

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As estatísticas do atleta, assim como o futebol do Palmeiras, começaram a atingir um patamar diferente quando Andrey Lopes, auxiliar técnico do Verdão, assumiu o comando.

Em apenas quatro partidas, Rony serviu um passe para gol e dobrou o número de bolas na rede. Diante disso, a média de participações chegou aos 0,75.

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Com Abel Ferreira à frente do Verdão, Rony, que só havia sido escalado pelas pontas, passou a jogar com mais liberdade no ataque. A ausência de Luiz Adriano o conferiu a oportunidade de atuar como referência do setor ofensivo palmeirense, estratégia essa que vem rendendo frutos.

Em apenas oito partidas, o camisa 11 alviverde ostenta a média de uma participação em gols por jogo. Em números gerais, são cinco bolas na rede e as mesmas três assistências que ele havia servido em 25 com Luxa.

Com o seu principal atacante à disposição, Abel Ferreira encerra nesta sexta-feira a preparação para o duelo contra o Internacional, que está previsto para o sábado, às 21 horas (de Brasília), no Beira Rio.