"Ser lésbica nunca foi empecilho", diz Cristiane

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Marta sente por ser pouco conhecida no Brasil (Foto: Getty Images)
Marta sente por ser pouco conhecida no Brasil (Foto: Getty Images)

Grande destaque da estreia do Brasil na Copa do Mundo feminina, quando marcou os três gols da vitória contra a Jamaica, Cristiane falou ao site BeRainbow que nunca sofreu preconceito fora do Brasil por ser lésbica. Cristiane namora há quatro meses a advogada Ana.

“Aqui, óbvio que existem ofensas, mas isso diminuiu bastante nos últimos tempos. Acho que as pessoas estão mais espertas nas redes sociais. Não que elas não tenham preconceito. Ser lésbica no esporte nunca foi empecilho no meu trabalho”, disse.

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Cristiane, maior artilheira da história das Olimpíadas, admite que só agora tem se tornado mais conhecida pelos brasileiros. “Você sai do Brasil e é um ídolo para aquelas pessoas. É muito louco você não ser um ídolo no seu país”, criticou.

Cris também lamentou que o incentivo ao futebol feminino tenha chegado apenas neste momento, quando sua carreira já está chegando ao fim.

“Fico feliz de ver esse apoio, mas ao mesmo tempo fico triste porque estou pegando um momento perto do final da minha carreira. Eu tenho 34 anos e é a primeira vez que estou vivendo isso. Até o ano passado, não tinha patrocínio nenhum”, lembrou.

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